Reserva, Quinta do Monte d’Oiro, 96% Syrah, 4% Viognier, Lisboa, 2012

É indiscutivelmente um fora de série.
De qualidade, de aromas, de texturas.

O Blogue do Syrah tem uma afeição especial por um conjunto de quintas e herdades.
A Quinta do Monte d’Oiro é uma delas!
É a quinta que nestes últimos 20 anos mais Syrah fez.
E todos de qualidade!
Este especificamente de que vamos agora falar é o que se parece mais com os Syrah franceses do Vale do Rhône.
De Alenquer para o sudeste da França, quase que o podíamos afirmar!

Para a Quinta do Monte d’Oiro este monocasta Reserva 2012 elaborado com as castas Syrah (96%) e Viognier (4%), representa a expressão máxima do terroir da Quinta do Monte d’Oiro e reflecte a sua filosofia de produção. Complexo, concentrado, mas sem perder a harmonia e a elegância. É um vinho de grande consistência colheita após colheita, tendo já conquistado vários prémios dentro e fora de portas.  Tem uma graduação alcoólica de 14%. Estágio de 18 a 22 meses em barricas de carvalho francês, das quais 40% novas. “Estes vinhos reflectem completamente a nossa filosofia de produção. Tentamos sempre que exprimam ao máximo o terroir da Quinta do Monte d’Oiro e penso que atingimos, mais uma vez, esse objectivo”, salienta Francisco Bento dos Santos, director geral da empresa.

Na região vitivinícola de Lisboa, já o dissemos, não há dúvidas de que José Bento dos Santos foi o introdutor do Syrah. Hoje em dia, apesar da sua presença ainda ser fundamental nas decisões mais importantes, é o seu filho Francisco Bento dos Santos que tem a responsabilidade de liderar a equipa que resolve os problemas do dia a dia que a quinta apresenta, estando presente em muitas das feiras em diversos momentos de divulgação dos vinhos da quinta. É ele que actualmente dá a cara pela quinta.
Localizada na região de Lisboa, a Quinta do Monte d’Oiro é uma referência, desde o séc. XVII, na produção de vinhos notáveis. Foi adquirida em 1986 pelo mestre gastronómico José Bento dos Santos, que replantou as melhores parcelas – após vários anos de estudos sobre as condições edafo-climáticas – com as castas que melhor se adaptaram aos seus desígnios de elaborar vinhos de qualidade superior, ao estilo europeu (“Velho Mundo”), que ao mesmo tempo fossem vinhos de requintado sentido gastronómico, com um perfil eminentemente talhado para acompanhar em perfeita harmonia pratos de uma genuína cozinha regional, clássica ou alta cozinha. Após os primeiros anos de consolidação, a Quinta do Monte d’Oiro entrou numa nova fase da sua história a partir da colheita de 2006, lançando para o mercado uma nova imagem e vinhos provenientes de uma conversão para a agricultura biológica sem recurso a herbicidas. O rigor é o lema da Quinta do Monte d’Oiro, desde o trabalho na vinha, passando pelos processos de vinificação e terminando na escolha das barricas de carvalho francês das melhores tanoarias, a cargo da enóloga Graça Gonçalves com o apoio técnico de Grégory Viennois, antigo enólogo-chefe da Casa M. Chapoutier e actualmente à frente da direcção técnica dos vinhos Laroche. Os prémios nacionais e internacionais sucedem-se.

Dos 42 hectares da propriedade, apenas 20 hectares foram replantados com as castas Syrah, Viognier e Petit Verdot, importadas directamente das suas regiões originais em França, e com as castas portuguesas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Arinto. Existe a preocupação de produzir uvas com rendimentos muito baixos, incrementando a qualidade enológica que se pretende dos vinhos. A partir da colheita de 2006 passaram a existir duas famílias de vinhos: os vinhos de “terroir” e os vinhos de “cépage“, com a assinatura José Bento dos Santos.

Assim, para além de ter sido privilegiado o desenvolvimento vegetativo das videiras, o tratamento da vinha é muito exigente e praticam-se rendimentos de produção por hectare muito baixos através de podas severas e mondas de cachos significativas, sempre em modo de produção biológica. A vindima é feita à mão, como testemunhámos na visita que fizemos à quinta, para caixas de 15 kg, por forma às uvas chegarem intactas à adega. A vinificação, que decorre separadamente por casta e por parcela, é extremamente cuidada, com controlo rigoroso e individual da temperatura dos mostos.

Utilizam-se ainda barricas novas e seleccionadas de carvalho francês em estágios prolongados de 12 a 24 meses. Este “savoir faire” garante um resultado que se tem vindo a revelar, ao longo dos anos, superlativo e consistente. De facto, colheita após colheita, os diversos vinhos da Quinta do Monte d’Oiro recebem o apoio unânime da crítica e do público em Portugal e no estrangeiro, estando presentes em importantes mercados internacionais tais como Holanda, França, Suíça, Reino Unido, Finlândia, República Checa, E.U.A., Brasil, Angola e China e nas Cartas de Vinhos de alguns dos mais famosos restaurantes europeus e americanos.

A frase que queremos deixar aqui presente, sem autor declarado, mas carregada de significado é a seguinte: “Wine brings in its essence, what his mentor carries in the soul.” Vamos dizê-lo em português que ainda soa mais verdadeiro! “O Vinho traz na essência, o que o seu mentor carrega na alma.” O Reserva, Quinta do Monte d’Oiro 2012 é isso mesmo: a alma do seu mentor!

 

Classificação: 18/20                                                     Preço: 34,00€


 

Essência do Vinho, 23-26 Fevereiro, Palácio da Bolsa/Porto

Aqui fica hoje a notícia, em cima da hora, de mais uma festa de Syrah, desta vez em terras setentrionais, o nosso bem amado Porto, em 14ª edição, nesse espaço maravilhoso que é o Palácio da Bolsa.

A grande novidade desta 14ª edição é o “Portugal Wine Connection”. Trata-se de uma sessão exclusiva, que pela primeira vez reunirá importadores e jornalistas estrangeiros credenciados a produtores e enólogos representados no evento. A prova in loco de vinhos e o contacto directo entre agentes económicos, líderes de opinião e importadores, que actuam em 14 mercados externos, tem o duplo objectivo de aumentar a notoriedade dos vinhos portugueses representados no ESSÊNCIA DO VINHO e proporcionar novas oportunidades de negócio.

“Entendemos testar este modelo como forma de dar um retorno suplementar aos produtores de vinho presentes no evento. Além disso será uma oportunidade para que os jornalistas e importadores estrangeiros associem rostos aos vinhos, o que certamente facilitará o esclarecimento de dúvidas e aumentará o impacto do possível ‘feedback’ acerca desses vinhos nos mercados de origem dos jornalistas e importadores. O ´Essência do Vinho – Porto’ já se assumiu como um evento europeu de referência no sector e cada vez mais quer também contribuir para o reforço da notoriedade de Portugal e dos vinhos portugueses”, explica Nuno Pires, director da Essência do Vinho.

Nesse mesmo dia inaugural, mas durante a manhã, será promovida a prova “TOP 10 Vinhos Portugueses”, com a presença de 40 jornalistas, críticos de vinhos e sommeliers de 12 nacionalidades. Cerca de 60 vinhos pré-seleccionados pela revista WINE – A Essência do Vinho, que obtiveram as pontuações mais elevadas pelo painel de provas da publicação durante o último ano, serão sujeitos a uma derradeira avaliação por este júri internacional.

O programa do ESSÊNCIA DO VINHO – PORTO tem dezenas e dezenas de bons pretextos de visita. Em prova livre, mais de 3.000 vinhos de 350 produtores, nacionais e estrangeiros. Em paralelo, um conjunto de 19 provas comentadas por especialistas, três harmonizações enogastronómicas e quatro conversas didácticas sobre vinho.

Vinhos alentejanos de talha e monovarietais do Douro são outros dos destaques da programação da principal experiência do vinho em Portugal. Mas há mais, como combinações entre vinhos e chocolates, uma prova de queijos e vinhos de Minas Gerais, Estado brasileiro com forte influência gastronómica portuguesa, e outra de espumantes e vinhos brasileiros Era dos Ventos, do Rio Grande do Sul, com a presença do produtor.

O programa detalhado, a compra de bilhetes e a aquisição de lugares nas provas comentadas estão disponíveis online, em www.essenciadovinhoporto.com. Até às 15h de dia 22 de Fevereiro a entrada válida para 1 dia de evento tem o valor de 20€ (será de 25€ quando adquirida nos dias e no local do evento). ESSÊNCIA DO VINHO – PORTO realiza-se dia 23 de Fevereiro, das 15h às 20h, dias 24 e 25, das 15h às 21h, e dia 26 de Fevereiro, das 15h às 20h.

O evento é uma organização da EV-Essência do Vinho, em parceria com a Associação Comercial do Porto, com o apoio da Câmara Municipal do Porto.


 

Coisas de Vinho, dia 23 de Fevereiro, Évora

Coisas de Vinho volta esta 5ª feira, dia 23, às 18:15, desta vez na emblemática associação Bota Rasa na Praça do Giraldo, com apresentação e prova de mais um excelente vinho de um produtor desta nossa terra. Igualmente se vai ouvir o historiador Francisco Bilou, com quem ficaremos à conversa.

Estão todos convidados!


 

Telhas, Terras D’ Alter Companhia de Vinhos Lda, 95% Syrah, 5% Viognier, Alentejo,2013

Eis o Telhas Syrah 2013, sobre o qual vamos falar, e apreciar!
A sua composição é de 95% Syrah e 5% Viognier.
A Vinha situa-se na Herdade das Antas.
O Telhas provém do sector mais elevado da vinha, o qual se caracteriza pelo austero solo granítico e o seu terroir  muito característico. Daí ser um Syrah que se destaca, por exemplo, em prova cega explicando o bom resultado que aí consegue. E esta colheita parece ter grande futuro em termos de evolução. As notas de prova dizem-nos que na “cor é vermelho intenso com centro púrpura.O aroma tem nariz perfumado com notas de violetas, pimenta moída, carne assada e alcatrão.O paladar mostra sabores exóticos de madeiras e especiarias orientais com uma envolvente de frutos vermelhos maduros. Final muito saboroso com notas de cedro e baunilha.”

Peter Bright é o Enólogo dos vinhos Terra de Alter. De origem Australiana, a viver em Portugal desde 1982, é dinâmico, empreendedor e o seu lema é “experimentar mas não misturar estilos”. As duas castas presentes neste Syrah co-fermentaram com leveduras autóctones em pequenos reservatórios abertos e com manta submersa. A fermentação foi concluída em barricas novas de carvalho americano acompanhada de battonage. Seguiu-se a fermentação maloláctica e estágio em barrica durante 24 meses.

A vinha Terras de Alter é estruturada segundo o conceito novo mundo e desenhada com o contributo da Universidade de Fresno na Califórnia. As vinhas são plantadas utilizando modernos sistemas de condução e irrigação, facilitando o seu tratamento e garantindo a sua qualidade.

A adega está localizada muito perto dos produtores de uva, o que permite um tempo mínimo entre a vindima e o inicio da laboração. A escolha de todo o equipamento foi feita segundo os princípios mais modernos, com o objectivo de se conseguir produzir de acordo com os conceitos do novo mundo já mencionados. A adega tem a possibilidade e versatilidade para poder laborar segundo processos de alta qualidade, com vindima manual, selecção de uvas à entrada, controlo altamente rigoroso de temperatura e outros aspectos que possibilitam a produção de excepção. Tanto pode trabalhar em cubas de quantidades consideráveis para os nossos vinhos mais correntes, como pode trabalhar em cubas de fermentação muito pequenas, que permitem o tratamento de lotes reduzidos mas de elevadíssima qualidade. É esta versatilidade que permite conseguir lotes de tempero que afinam ou complementam os vinhos de topo. Terras de Alter, Companhia de Vinhos, Lda., utiliza as uvas produzidas pelos seus sócios, na região de Alter do Chão e Fronteira, embora também se abasteça nas produções do Alto Alentejo, conforme as suas necessidades específicas.

O escritor Paul Bocuse escreveu: “estamos sempre lisonjeados por ser convidado a visitar belas adegas cheias, mas as garrafas mais prestigiosas começam a existir no momento que nós as esvaziamos com os amigos”. Como o Blogue do Syrah concorda totalmente com o que ficou dito, vamos a isso. Venha de lá um Syrah Telhas 2013 e vamos beber com os amigos, sempre!

 

Classificação: 17/20                                                                                            Preço: 14,50€


 

Solar dos Lobos, Silveira e Outro, Lda, 100% Syrah, Alentejo, 2014

Estamos aqui para falar de uma nova colheita do Syrah Solar dos Lobos de 2014, esse Syrah que também pelo design da garrafa nos tem pelo beicinho.
É um Syrah que nunca nos desanima, habituados que estamos à sua qualidade. A colheita de 2014 não foge à regra!
E é um Syrah que tem a particularidade de ter sido feito sempre por mulheres. Foi a Susana Esteban, depois foi a Gabriela Canossa, e agora a enóloga de serviço é Mariana Pinto.

É um Syrah com 14,5% de graduação alcoólica e as notas de prova da enóloga dizem que tem “Cor rubi, intensidade aromática de frutos silvestres em harmonia com notas florais e especiarias. Na boca apresenta boa estrutura, bem equilibrado com taninos redondos. Elegante e com boa persistência.”

O vinho Solar dos Lobos é resultado de uma tripla selecção de cachos e apenas provêm dos 75 hectares de vinha. A primeira selecção inicia-se perto do pintor em que se faz uma monda de cachos, seleccionando apenas os cachos que irão permitir o máximo de qualidade.

A segunda selecção acontece na vindima, em que as pessoas que vindimam estão sensibilizadas a apenas apanhar os cachos que se apresentem com um estado sanitário perfeito.
A terceira selecção é feita na entrada da uva na adega, pois esta é descarregada das caixas de 20Kg para o tapete de escolha onde se encontram 2 a 4 pessoas a retirar todas as folhas, ramos, e cachos que não possuam qualidade, por estarem verdes ou em passa.
A Herdade Vale D’Anta (25ha) fundada pelos Avós Julieta Pereira Gancho e João Rafael Coelho Gancho, situa-se junto à harmoniosa e inspiradora Serra D’Ossa (Redondo), onde o seu microclima mais fresco é tão característico. Produz essencialmente castas tintas entre as quais a Syrah, obviamente a que nos interessa!

A vinha de Arraiolos (50ha), zona quente e reconhecida pelo seu potencial em fazer grandes vinhos, produz além das castas tintas, algumas castas brancas como o Arinto, Sauvignon Blanc, Antão Vaz e Chardonnay.

Eis pois a história de uma família alentejana, com os seus antepassados ligados às terras de Alvito (Beja), tem os seus segredos e tradições encerrados no seu Brasão de Armas dos Lobo da Silveira, com origem no 1º Barão e Marquês de Alvito no séc. XV, primeiro título de barão concedido em Portugal por D. Afonso V. Cinco lobos tem este Brasão de Armas, e cinco são hoje curiosamente os seus descendentes. Cinco jovens primos que se comprometeram a levar a mensagem das suas raízes aos quatro cantos do mundo, hoje guiada pelas mãos dos irmãos Filipa e Miguel Lobo da Silveira.

E mais uma vez a referência à garrafa, de design muito original, como aliás são todas as que a casa produz, com um cartoon exibindo o dilema da escolha entre duas paixões… a mulher ou o Syrah… Mas porquê escolher? Porque não ficar com os dois!

O filósofo Séneca escrevia:
O Syrah lava as nossas inquietações, enxuga a alma até o fundo, e, entre outras coisas, garante a cura da tristeza.”
Este país dá-nos muitos motivos de tristeza.
Provavelmente é por isso que tem Syrah tão bom.
Vai então mais uma taça de Syrah do Solar dos Lobos!

 

Classificação: 17/20                                                     Preço: 11,00€


 

Lote 44, Adega de Arruda, 100% Syrah, Lisboa, 2015

Aqui no Blogue do Syrah por vezes criticamos alguns produtores pela sua falta de visão em relação aos Syrah que comercializam. Mas nunca tivemos motivo de queixa dos nossos leitores. Aliás temos leitores de alto nível que não só lêem o que vamos publicando como até nos avisam de Syrah que tiveram conhecimento e que não vêm mencionados no Blogue do Syrah. Que mais podemos pedir?
É o caso do nosso leitor Emanuel Coelho que no passado mês de Dezembro nos contactou para nos falar de um Syrah que tinha adquirido na loja da Adega Cooperativa de Arruda dos Vinhos, este Lote 44!
Já no mês anterior o amigo Jorge Cipriano do Clube dos Vinhos Portugueses a propósito da  Festa da Vinha e do Vinho na Arruda dos Vinhos nos tinha avisado para este Syrah que era novidade da Adega Cooperativa!
Resumindo e concluindo, lá conseguimos convencer o leitor Emanuel Coelho a enviar uma garrafa do Lote 44 via correio, para podermos fazer a nossa apreciação. E foi devido a isto tudo que hoje estamos aqui. Obrigado Emanuel Coelho e estamos sempre disponíveis para novos Syrah, pois claro.

O Syrah de nome Lote 44 de 2015 é o segundo monovarietal Syrah que a Adega Cooperativa de Arruda dos Vinhos faz. O primeiro, do já longínquo ano de 2009 tinha o nome de Arruda dos Vinhos. O de 2009, como foi dito na altura, não deixou saudades por aí. Este Lote 44 é claramente melhor!

A fermentação deu-se em cuba de inox, com controlo de temperatura a 26ºC. A maceração aconteceu durante oito dias. As notas de prova dizem-nos que tem “cor granada, aroma a frutos silvestres. Na boca é persistente e muito suave no final.” Este Syrah tem uma graduação alcoólica de 14,5%.

A Adega Cooperativa de Arruda dos Vinhos foi fundada em 1954, numa altura em que se assistiu em Portugal ao aparecimento de muitas adegas que foram criadas como ferramentas imprescindíveis para garantir o escoamento da uva, a qualidade do vinho e a estabilidade do preço conseguido pelos produtores das várias regiões. Foram 25 os produtores agricultores que, na altura, se resolveram organizar, levando a cabo a constituição da Adega Cooperativa de Arruda dos Vinhos. Quando a Adega é criada, agregando vários produtores da região, torna-se no maior produtor de vinho de Arruda, realidade, aliás, que se mantém até hoje. Actualmente a Adega de Arruda tem cerca de 300 associados activos e uma área de vinha com várias centenas de hectares. Destas vinhas, predominantemente implantadas em terrenos argilo-calcários, provêm os melhores vinhos da região. As instalações ocupam uma área total de mais ou menos 32 mil m2, sendo 4.760 m2 de área coberta, onde se encontram os serviços administrativos, os laboratórios, as linhas de engarrafamento, os armazéns de material subsidiário, matéria-prima e material acabado, bem como a loja da Adega de Arruda. Dispõe de todo o equipamento de recepção das uvas, vinificação, estabilização e armazenagem e possui uma capacidade de engarrafamento que permite dar resposta aos compromissos comerciais e expectativas de mercado, bem como cumprir os requisitos exigidos pelas normas de Higiene e Segurança Alimentar.

O escritor de vinhos russo Alexis Lichine escreveu:
“No que se refere a Syrah, sempre recomendo que se joguem fora tabelas de safras e manuais, e se invista num bom saca-rolhas”. Só se conhece Syrah, bebendo. Foi esse o principal motivo que nos trouxe hoje aqui ao Syrah Lote 44!

 

Classificação: 15/20                                                    Preço: 3,25€