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Quinta do Barradas, Reserva, 100% Syrah, Algarve, 2014

Hoje temos a honra de apresentar um topo de gama, mais uma vez algarvio, e da zona de Silves!
O Quinta do Barradas, Reserva, Syrah, de 2014, é a primeira colheita… e que colheita!

Fizeram-se cerca de duas mil garrafas. As uvas de que se faz este Syrah eram anteriormente utilizadas para o blend Touriga Nacional e Syrah, que ainda se faz. Esta aposta está ganha porque quem bebe este monocasta Syrah a 100% não se esquece facilmente dele!

O Quinta do Barradas Syrah é uma bebida fermentada a temperaturas controladas por vinte dias, estagiando depois por dezoito meses em barricas de carvalho francês. Na sua cor e aroma predominam as violetas, que se mostram bem integradas com as notas e gomas pretas das especiarias da barrica. Na prova é muito rico, com taninos redondos e de uma enorme elegância. A graduação alcoólica é de 15%. A enóloga é Joana Maçanita, que nós bem conhecemos. Uma pequena nota informativa para destacar a distribuidora algarvia dos vinhos da Quinta do Barradas que é a Saint Graal Vinhos cujo CEO é Luís Bandara!

E agora impõe-se um pouco de história: Luís Pequeno e a sua esposa, a  alemã Andrea, são os proprietários do famoso restaurante “O Barradas”, em Silves, um dos melhores da região. Muitos belgas, em visita ao Algarve, passaram  por lá e designam-no por “Jóia do Algarve”. Em 2006, o Luís decidiu plantar uma vinha com as castas Touriga-Nacional,  Aragonez e Syrah, com  predomínio de ventos do norte, favoráveis a vinhos mais frescos. O solo é franco arenoso, com algum calcário e está a uma cota de sensivelmente 68m. Quatro anos depois, o Luís fez a sua primeira vindima. Finalmente realizava o seu sonho :  servir o seu próprio vinho, no seu próprio restaurante. Uma pequena vinha, com 1.5ha, onde estão plantadas as castas já referidas. Produz-se um branco, um rosé e tintos. O seu primeiro vinho “Selecção Tinto”, foi lançado em setembro 2013. E hoje estamos perante o seu topo de gama, pelo menos, para o Blogue do Syrah!

E há aqui outro nome que tem que ser destacado que é o da Joana Maçanita. Durante este tempo todo em que existe o Blogue do Syrah a Joana, apesar da sua experiência como fazedora de vinhos, era somente a irmã do António. O nome Maçanita tinha um peso enorme no mundo dos Syrah portugueses por causa do Cem Réis, por causa do Brett Edition e por causa do Mil Réis! Agora esse nome ficou mais rico e ampliado! Quando se falar no nome Maçanita teremos sempre que esclarecer se estamos a falar do António ou da Joana. E vai haver mais novidades da parte da Joana, podemos desde já afirmar. Mas isso ficará para outra altura!

O poeta persa dos séculos XI e XII Omar Khayyan no seu poema Rubaiyat diz o seguinte:
“O vinho proporciona aos sábios uma embriaguez semelhante à dos eleitos. Dá-nos a mocidade, restitui-nos o que perdêramos, põe ao nosso alcance tudo o que desejamos. O vinho queima como torrente de fogo, mas, às vezes, tem sobre as nossas mágoas o efeito da água pura e fresca.”
Este é um Syrah que deverá ser bebido sempre que houver essa possibilidade e isto apesar das dificuldades que o enófilo fora do Algarve terá em encontrá-lo! Uma solução será ir ao Restaurante O Barradas, em Silves, comer bem e pedir para acompanhar a refeição com o Reserva Syrah de 2014. Não se vai arrepender!

 

Classificação: 19/20                                           Preço: 25,00€


 

Quinta da Alorna, 100% Syrah, Tejo, 2013

Syrah que veio para ficar e há aqueles que tal como vieram partiram. Sem deixar saudades, sem marcar presença, sem dizer ao que vinham e porque se foram embora. Destes últimos há pouco a dizer, porque eles também pouco fizeram para serem recordados! Só que no Blogue do Syrah, e desde a primeira hora, o comprometimento foi, umas vezes mais outras vezes menos… umas vezes melhor outras vezes nem por isso, falar de todos os Syrah que a Terra Lusitana viu nascer! A grande maioria com uma imensa alegria, outros com um certo sabor a desdita.

O Syrah do Tejo, da Quinta da Alorna, faz parte destes últimos. Um Syrah de 2013 que se foi ontem com a mesma velocidade com que apareceu hoje, e assim se foi embora! Nós aqui no Blogue do Syrah faremos o mesmo, ou seja, falaremos o mínimo que tivermos a dizer para o consumidor ter conhecimento e nada mais!

Trata-se de uma produção de apenas duas mil garrafas. As notas de prova dizem-nos que possui “cor rubi com aroma intenso de fruta preta madura com notas de especiarias e chocolate. É equilibrado, redondo e delicado com um final de boca persistente predominando as notas de fruta preta.” Tem uma graduação alcoólica de 13.5%. A enóloga é a Marta Simões.

Na vinificação, colheram-se manualmente as melhores uvas Syrah da Quinta da Alorna. Após maceração pelicular pré-fermentativa a frio de 2 dias, seguiu-se a fermentação alcoólica durante 10 dias com remontagens suaves e uma temperatura controlada de 23°C . O vinho foi micro-oxigenado até à indução da fermentação maloláctica. Por fim, o vinho estagiou em barricas de carvalho Americano de segunda utilização, durante 4 meses. O rótulo diz que este Syrah pertence a uma colecção de monovarietais da Quinta da Alorna e é o resultado da investigação contínua e dedicação da equipa de Viticultura e Enologia. Com esta colecção de estilo contemporâneo pretende-se demonstrar o potencial do terroir, criando vinhos únicos, sedutores e autênticos que expressam o carácter distinto e genuíno de cada casta. Sujeito a depósito. Consumir a 16 – 18ºC. Descubra o sabor das castas do Mundo com este Syrah especiado e delicado, diz-nos o produtor.

O provérbio popular diz que:
“Pão que sobre, carne que baste, Syrah que farte.”
Não será este o caso deste Syrah Quinta da Alorna 2013 que nem tivemos a oportunidade de o provar quanto mais de nos fartarmos!

Classificação: –                                                     Preço: 7,50€


 

Checkmate, Sociedade Agrícola Quinta do Garrido, 95% Syrah, Lisboa, 2015

Apresentamos hoje um absolutamente novo Syrah. Trata-se do Syrah português  número 166 na nossa lista!
É de Lisboa, mais precisamente de Alenquer, chama-se Checkmate, é de 2015, e tem uma particularidade única, ou seja, é por lei um monocasta, por ter 95% de Syrah… mas os outros 5% permanecem anónimos!

O blogue do Syrah bem tentou saber da casta misteriosa em causa, mas sem sucesso!
Apesar de tudo foi possível saber o seguinte: os 5% de casta incógnita que compõem este Syrah não são de uma casta branca (como por exemplo o viognier) mas sim de uma casta tinta. Não é uma casta estrangeira mas foi confirmado que é uma casta autóctone. Não é tinta barroca, como acontece com o Húmus, Syrah também de Lisboa. Não é Touriga Franca ou, se prefirirem dizer, como o Domingos Soares Franco, Touriga Francesa, como o Syrah da sua colecção privada já esgotado. Isto significa que o Checkmate é o primeiro Syrah português com uma composição diferente porque original! Quando o beberem podem tentar perceber que se esconde no meio dos 95% de syrah, aqueles 5% desconhecidos. Nós aqui, no Blogue do Syrah apostamos em Touriga Nacional! E vós, leitores? O que têm a dizer sobre esta questão?

O enólogo que gere actualmente os destinos da Sociedade Agrícola Quinta do Garrido, Francisco Macieira, caracteriza o seu néctar da seguinte maneira: “…apresenta aromas a fruta negra e uma extrema suavidade influenciada pelo estágio em barrica.” A graduação alcoólica é de 14%. Não se sabe se esta colheita de Syrah Checkmate veio para ficar! Tudo depende do comportamento da casta em anos posteriores. Há desde já um aspecto que agrada ao Blogue do Syrah: o nome! É forte, tem impacto e é original! O rótulo da garrafa avisa: “Checkmate é a posição do jogo em que um dos Reis está ameaçado e não consegue sobreviver a essa ameaça. Também na vida real…”

No que diz respeito à Sociedade Agrícola Quinta do Garrido, são 40 hectares de vinhas dispostas por 4 propriedades. Três estão no Concelho de Alenquer entre solos arenosos, calcários, especialmente argilo-calcários litóicos e margas, resultando numa grande diversidade de castas plantadas, exposições solares diferentes em vertentes viradas em todas as direções, em planície, como nas Quintas da Gaia e Sansuzi, que foram visitadas. Uma está no único solo basáltico, no concelho do Sobral de Monte Agraço, com vinhas assentes na encosta de um vulcão extinto há milhões de anos. Tudo aqui é labor, onde se tenta que a intervenção química seja a mínima possível.

Numa pequena nota histórica podemos dizer que a Quinta do Garrido já existia em 1873, data em que era o seu proprietário António Ferreira Leal. A produção de vinhos remontará à data da sua fundação. No entanto, a propriedade dedicava-se principalmente à produção de uvas de mesa e de frutas. A quinta ficou na posse de Francisco Caetano da Rocha Macieira e da sua mulher, Maria Adelaide Gomes da Rocha Macieira após Mário da Costa Arrenegado, pai da atual proprietária a ter cedido. A família Macieira começou desde logo a reestruturar a propriedade com novas plantações e com a modernização da adega já existente. Após o falecimento de Mário da Costa Arrenegado, Maria Adelaide Macieira herda mais duas Quintas no concelho de Alenquer – a Quinta da Gaia e a Quinta de Sans-Souci. A Quinta da Gaia já existia em 1303, quando D. Dinis deu licença a Domingos de Gaia para fazer uma Azenha na Ribeira de Alenquer, embora actualmente não existem vestígios dessa azenha. A Quinta de Sans-Souci é um nome composto por duas palavras de origem francesa e tem como significado “livre de cuidado”. A Quinta foi fundada pela década de 1830 e mais tarde adquirida por Bento Pereira do Carmo para sua residência.
As três Quintas, juntamente com mais algumas parcelas em Alenquer e uma no Sobral de Monte Agraço, originaram a Sociedade Agrícola Quinta do Garrido, em Abril de 2003.
Francisco Caetano Rocha Macieira é natural de Sobral de Monte Agraço e todos na família estiveram relacionados com a agricultura. O atual proprietário acabou por gerir as Quintas com o seu sogro, Mário Arrenegado. Maria Adelaide Macieira, nascida em Santana da Carnota, está igualmente desde cedo inserida no meio agrícola.

O filho único do casal, também de seu nome Francisco Macieira, seguiu o caminho vitivinícola da família. Licenciou-se em engenharia agronómica e mais tarde realizou um mestrado em enologia. Começou a trabalhar em enologia em Portugal e mais tarde na Austrália, acabou por voltar em 2013 para gerir em conjunto com a família a SA Quinta do Garrido.

No que respeita aos vinhos existem actualmente três marcas. O Diário da Quinta, Lisbon’s Mustache e Checkmate. Cada marca com a sua história. O Lisbon’s Mustache o primeiro vinho criado, apresenta uma imagem de um bigode aristocrático, um mustache. A marca teve inspiração na pessoa de António Caetano Macieira, antepassado da família que derivado ao seu carácter empreendedor ajudou a tornar a cidade de Lisboa na referência mundial que é hoje. Como o Lisbon’s Mustache foi o primeiro vinho, o raciocínio foi beber um pouco do espirito empreendedor do António e personifica-lo no vinho.
Após o sucesso desta primeira marca, surge a marca Diário da Quinta. Esta marca surgiu da necessidade da empresa ter um vinho de entrada de gama por forma a que pudesse ser consumido diariamente e sem grande preocupação pelos consumidores dos vinhos da Quinta do Garrido. O mote é mesmo esse, Diário da Quinta (do Garrido) é o vinho da Quinta diariamente à sua mesa.

Checkmate, pretende revelar o terroir de uma forma séria. Trata-se da ultima marca a surgir, o vinho original da marca ainda não está completamente definido, apenas fica a certeza que será mais que um aperfeiçoamento dos restantes. Será a criação de algo novo e exclusivo, apenas encontrado no resultado das nossas uvas. Neste momento a marca Checkmate existe na forma de varietal Syrah e varietal Arinto.

O presidente americano Thomas Jefferson disse:
“Considero a amizade igual a vinho. Bruta no início, mas vai amadurecendo com os anos.”
É o que podíamos dizer deste Checkmate. Com os anos irá amadurecer, não temos dúvidas! Mais um ano no mínimo e o poder deste Syrah aumentará no nariz e na boca!
E nessa altura estaremos cá para o comprovar.
Temos dito!

 

Classificação: 16/20                                                     Preço: 5,00€


 

Notícia de última hora! Mil Reis versus Cem Reis!

O Blogue do Syrah teve a informação fidedigna de que a Herdade da Maroteira não lançará, como se pensou que poderia acontecer, o Mil Reis Syrah 2015! Esta decisão foi tomada no dia de ontem!

A bandeira da casa é o Cem Reis e a produção este ano do Mil Reis poderia por em causa a qualidade que o mercado pede do Cem Reis. É uma decisão tomada com base na política de preservação de imagem.

Em contrapartida o  Cem Reis Syrah 2015 será lançado no dia 17 de Abril e prevê-se como o melhor de sempre em funcao da decisão de não produzir o Mil Reis. Deverá rondar as 16000 garrafas!
Na altura o Blogue do Syrah falará deste mítico vinho Alentejano, como não podia deixar de ser!


 

Um Syrah castelhano feito por uma vitivinícola portuguesa?

Pois eis que sim:
Amigo, José Maria da Fonseca, 100% Syrah, Castilla la Mancha, 2014

Trata-se não de um Syrah português mas castelhano! E pergunta-se então porquê falar nele?
É que tem uma pequena particularidade. Foi feito pela casa José Maria da Fonseca, e o enólogo é Domingos Soares Franco!

É um Syrah a 100% e ainda por cima orgânico. Parece ter tudo para ser um Syrah a levar em conta… mas não. Apesar de todas estas valências nem no nariz nem na boca convence. Repare-se: temos um Syrah a 100%, feito por uma casa que não brinca em serviço e que possui um enólogo já com provas dadas ao longo de muitos anos e ainda por cima orgânico? O que é que falha neste projecto? Só pode ser uma coisa: o terroir!

Porque é que a José Maria da Fonseca, se queria fazer um Syrah a sério não manteve o Syrah com Touriga Francesa da Colecção Privada do Domingos Soares Franco? Esse sim era um Syrah de qualidade!

Há aqui questões de ordem comercial que nos ultrapassam, mas a verdade, e é isso que interessa, é que este Syrah castelhano está a anos luz do Syrah das terras de Azeitão.
Mas é Syrah, bebe-se, bebeu-se, e isso para nós é sempre motivo de satisfação!

 

Classificação: 14/20                                                     Preço: 5,95€


 

Casa de Sarmento, Herdade da Defesa de Barros, 100% Syrah, Alentejo, 2011

Mais um novo Syrah, daqueles esquecidos, que o Blogue do Syrah consegue trazer para a luz do dia, sempre com a ajuda preciosa do leitor e amigo Carlos Campos, que nos avisou da existência deste Syrah. Alentejano de 2011, mas vendido na Mealhada.

Mas vamos contar toda a história, que começa em 1980, no coração da Região Demarcada da Bairrada, com a abertura de um restaurante especializado em leitão assado. Ao longo de 36 anos de dedicação, o restaurante chamado Meta dos Leitões deu origem a uma cadeia de restauração com vários espaços em diversos pontos do país. A aquisição de duas propriedades no Alentejo – Avis e Castelo de Vide – e uma na região da Bairrada – Mealhada – permite tornar a Casa de Sarmento auto suficiente na produção de vinhos e espumantes, de azeite e na produção agrícola e pecuária. Actualmente, mais de 80% do que se consome em cada um dos restaurantes passa pela produção própria, garantindo qualidade e segurança desde a origem até à mesa – dos leitões criados nas melhores terras alentejanas aos produtos hortícolas produzidos nas abundantes terras da região da Bairrada.

Para a produção de vinhos e espumantes a Casa de Sarmento apostou em duas frentes, tão distintas como complementares. Vinhas no coração da Região Demarcada da Bairrada e vinhas no Alentejo, na sub região de Portalegre. Na Bairrada, as vinhas com solos argilo-calcários e o clima influenciado pelo Atlântico são o local perfeito para que as castas Touriga Nacional, Baga, Jean, Merlot e Cabernet Souvignon proporcionem tintos com características especiais e diferenciadas. Para vinhos brancos frescos e espumantes de eleição aposta-se nas castas Bical, Maria Gomes e Chardonnay. No Alentejo, na sub-região Portalegre, em vinhas cuidadosamente tratadas, as castas Aragonês, Trincadeira Preta, Periquita, Alicante Bouschet e Touriga Nacional, permitem criar vinhos com alma e carácter, encorpados e ao mesmo tempo suaves, que tão bem evidenciam as características de um bom vinho Alentejano.

O Syrah da Casa de Sarmento, que tem 14% de graduação alcoólica, é um “vinho de cor rubi muito intenso, tem aromas de fruta preta, alfarroba e ainda especiarias tipo pimenta preta. No paladoar é rico e complexo, com os taninos bem presentes acompanhados de notas de baunilha e chocolate.” Se até 2005 os vinhos Casa de Sarmento eram escoados exclusivamente através da sua rede de estabelecimentos, a partir dessa data a produção ultrapassou as 600 mil garrafas por ano, numa evolução constante que tem levado a que grande parte da produção se destine aos mercados internacionais.

A Herdade da Defesa de Barros, localizada no concelho norte alentejano de Avis, pertenceu à histórica Ordem de Avis, organização de natureza religiosa e militar inicialmente dependente da Ordem espanhola de Calatrava e que em 1211 se autonomizou quando D. Afonso II doou aos freires o lugar de Avis para que aí erguessem um castelo e o povoassem. O seu primeiro mestre foi Fernão de Anes (1196-1219), a quem se deve a edificação da vila e do castelo e o último, Fernão Rodrigues de Sequeira, que morreu em 1433 e repousa no interior da igreja conventual. A grande personalidade da Ordem seria D. João, Mestre de Avis, filho bastardo de D. Pedro I, elevado ao trono de Portugal por vontade do seu povo após o interregno de 1383-1385. O nome da Ordem ficou para sempre ligado à Dinastia de Avis, a mais notável das dinastias portuguesas, a quem se deve toda a estratégia que levou Portugal a optar por uma vocação de expansão atlântica que culminaria nos Grandes Descobrimentos. Os membros da Ordem usavam um manto branco com cordões até aos pés e uma cruz verde rematada com flores de lis, insígnia da Ordem.

Nada melhor que lembrar o provérbio português:
“Casa em que caibas, Syrah quanto bebas, terra quanta vejas.”
É isso mesmo: No Alentejo, na Bairrada ou em toda a parte o que é preciso é um bom Syrah!

 

Classificação: 17/20                                                     Preço: 10,15€