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A região dos grandes Syrah portugueses…

Herdade das Mouras, Herdade das Mouras de Arraiolos, 100% Syrah, Alentejo, 2017

Apresentamos mais uma colheita do Syrah Herdade das Mouras, desta vez do ano de 2017!
As notas de prova dizem que é “um Syrah de cor vermelho rubi. O aroma é de compota de frutas silvestres e especiarias. O paladar é encorpado e com final de boca elegante.” O consumo pode ser imediato ou durante os próximos 5 anos. A graduação alcoólica é de 13,5% e o enólogo de serviço é Jaime Quendera, homem com vasta experiência no mundo dos vinhos e muito especificamente no mundo dos Syrah.

O projecto Adega das Mouras começou no ano de 2000. A herdade tem na totalidade mais de 300 hectares, estando uma grande parte ocupada com vinha. A herdade tem um verdadeiro mar de vinhas com mais de 226 hectares, sendo uma das três maiores vinhas contínuas da Europa, que ficou completa entre 2004/2005. As cepas mais velhas são de 2002, ano em que se começou a plantar a vinha. Entre 2000 e 2002 arrancou-se vinha para produção de uva de mesa que já lá existia e estudou-se o terroir específico da Adega das Mouras , de forma a preparar-se o solo para plantação de vinho e decidir-se as castas indicadas. A Adega das Mouras de Arraiolos é um projecto empresarial privado. Localizada no município de Arraiolos, histórica Vila do Alentejo, conhecida pela sua tradição secular de fabrico de tapetes bordados à mão, com o mesmo nome da terra, a Herdade das Mouras de Arraiolos é um testemunho vivo de uma nova geração de produtores que enriquece as mais genuínas tradições.

A aposta vai para a venda em quantidade nas grandes superfícies, que é onde este syrah pode ser encontrado, não sendo por isso de surpreender que a adega tenha sido projectada, precisamente antes da vindima deste ano, para ter uma capacidade de produção de perto de 3 milhões de litros e de armazenamento cerca de 5 milhões.

O escritor Lord Byron escreveu:
“O vinho consola os tristes, rejuvenesce os velhos, inspira os jovens, alivia os deprimidos do peso das suas preocupações.”
Como temos andado deprimido com o país onde vivemos vinguemo-nos com este Syrah!
O Syrah da Herdade das Mouras é um Syrah novo, não muito complexo, fresco, para um tinto, e com uma relação qualidade/preço muito apreciável.
Está mais uma vez aprovado!

 

Classificação: 16/20                                                          Preço: 2,49€

Aldeias de Juromenha, Herdade das Aldeias, 100% Syrah, Alentejo, 2014

Muito pouco tempo após termos feito a homenagem a António Saramago na prova cega dos melhores Syrah portugueses de 2017 eis que chega ao mercado o novo Aldeias de Juromenha de 2014, e vem na sequência das anteriores colheitas ou não fosse um Syrah de Saramago! Apesar de mestre António já não fazer parte dos quadros da Herdade das Aldeias desde a ponta final do ano passado ainda temos esta colheita da sua responsabilidade e ainda bem, dizemos nós!

É um Syrah de “cor retinto, aroma frutos vermelhos e compota, bons taninos, volumoso, equilibrado com boa acidez que lhe permite ter longevidade.” O Syrah da Herdade das Aldeias de Juromenha é, já o dissemos, todo comercializado em Portugal. O facto de ser reserva significa neste caso que tem dez meses de estágio em barricas de carvalho francês e americano, e tem uma graduação alcoólica de 15%.

A Herdade das Aldeias é uma empresa agrícola situada a cerca de 15km da Cidade de Elvas e junto da Vila de Juromenha com vista para o Rio Guadiana de belíssima paisagem. Está inserida numa zona histórica com grande tradição na arte de fazer vinho. Este projecto em particular está em desenvolvimento desde 1986. A adega está rodeada por 70 hectares de vinha própria. Este sistema promove um aumento na eficiência na vindima, uma vez que reduz o tempo desde a colheita até ao processamento das uvas. O clima é caracterizado por uma Primavera e Verão excessivamente quentes e secos. A exposição solar regista também valores bastante altos, em particular nas semanas anteriores à vindima, condições que contribuem para uma perfeita maturação das uvas. De facto as condições são extremamente favoráveis à síntese e acumulação de açucares e concentração de aromas e cor na película da uva. A bacia hidrográfica é dominada pelo Rio Guadiana e o tipo de solo é predominantemente xistoso.

A produção actual é de cerca de meio milhão de litros por ano, tendo uma capacidade de armazenamento de 600.000 litros.Todos os processos desde a vinificação até ao engarrafamento são realizados nas instalações da adega. O preço em supermercado sofreu um aumento de um euro e meio mas que se percebe perfeitamente quando temos um Syrah desta qualidade!

O desportista Miguel Torres diz que “Qualquer homem inteligente pede um Syrah que agrada às mulheres!”
Esse problema para nós está automaticamente resolvido quando temos à disposição o Syrah da Herdade das Aldeias de Juromenha!

 

Classificação: 18/20                                                             Preço: 6,49€

Dium, Quinta da Confeiteira, 100% Syrah, Alentejo, 2014

Pergunta teórica: Que espaço de terreno mínimo é necessário para poder produzir um Syrah de altíssima qualidade?
Resposta alicerçada no conhecimento: Basta 1 hectare de terreno!

O Syrah Dium (Céu) da Quinta da Confeiteira de Évora é um Syrah que acaba de ser lançado no mercado, apesar de o termos provado há dois anos na Feira de Vinhos de Pequenos Produtores do Campo Pequeno. Dois anos na evolução de um Syrah é muito tempo, já na altura mostrava as potencialidades que possuía e que deram origem ao Syrah topo de gama que chega esta semana ao mercado!

As notas de prova dizem-nos que se “apresenta de cor intensa, com perfil bastante aveludado e elegante, sobressaem os aromas típicos da casta, tais como a fruta preta madura, as especiarias e o chocolate negro. Final suave mas com elevado volume de boca.” Em termos de vinificação a fermentação foi realizada com temperatura controlada, seguindo-se uma longa maceração pósfermentativa. O estágio foi de 12 meses em barricas de carvalho francês, seguido de estágio de 18 meses em garrafa. Evolução positiva durante 7 a 10 anos, se conservado em local fresco, escuro e a garrafa deitada.O Blogue do Syrah acredita que o período pode ser alargado seguramente a mais duma dúzia de anos!
A produção de Diuam 2014 é de 1900 garrafas. A Quinta da Confeiteira produz cerca de 15.000 garrafas por ano e não está presente em grandes superfícies. Algumas garrafeiras deverão vir a tê-lo quando descobrirem as suas potencialidades.

Situada à entrada de Évora, Alentejo, na zona antiga da Pera Manca, encontra-se a pequena quinta de 5 hectares, a Quinta da Confeiteira. Apesar do nome, a quinta tem uma longa tradição de produção de vinho, na qual ainda hoje existem talhas antigas, onde se fazia o vinho de acordo com os métodos deixados na zona pelos Romanos. Ainda hoje se faz vinho nestas mesmas talhas antigas. Para ressuscitar o vinho na Quinta da Confeiteira, reestruturou-se as vinhas em 2009 com 5 castas tintas DOC. Passados 4 anos, em 2013 voltou-se a ter uvas na Quinta da Confeiteira, com o primeiro vinho da colheita de 2013 pronto a sair no início de 2016. Assim, desde 2013 que se trabalha na Quinta da Confeiteira, sob a máxima de que “apenas de boas uvas se faz bom vinho”, com o objectivo de produzir vinhos de alta qualidade e fora do normal.

A Quinta da Confeiteira exporta para o mercado asiático, e mercado Europeu, mas face à escala a Quinta tem como mercado preferencial o mercado nacional, onde se pretende valorizar os vinhos e afirmar-se no mercado de nicho. Quanto à estrutura da Quinta da Confeiteira, o proprietário da vinha é o mesmo desde 2009, altura em que a propriedade foi comprada e restaurada a vinha de onde em 2013 saíram os primeiros vinhos engarrafados com a marca. Houve nestes últimos anos uma pequena alteração na empresa. A sociedade era detida por três sócios e agora é apenas do fundador. Trata-se de Paulino Sendim Gutierrez, que se instalou em Portalegre em 1997 quando da expansão da empresa de obras públicas da sua família para o nosso país.

O gosto por vinhos já vinha de família e desde o início da sua chegada ao Alentejo que procurou uma oportunidade nessa área a mesma chegou em 2009 quando conseguiu comprar a Quinta da Confeiteira, uma pequena propriedade de 5ha em São José de Pera Manca em Évora. A parte comercial neste momento é assegurada por Hugo Campos e a parte de produção e enologia assegurada por Joaquim Roque.

Fernando Pessoa, nas Canções de Beber, escreve o seguinte:
‘Deixe o Filósofo e o Doutor pregarem
O que quiserem e o que não quiserem – cada um
É mais um Elo na Corrente eterna
Que ninguém pode evitar, nem quebrar, nem vencer.
Não digas que, sepulto, já não sente
O corpo, ou que a alma vive eternamente.
Que sabes tu do que não sabes? Bebe!
Só tens de certo o nada do presente.’
Pois bem! Bebamos o Dium no caminho para o Céu “o nada do presente”. O Syrah Dium da Quinta da Confeiteira é o primeiro topo de gama de 2018 a merecer a nota perfeita porque se trata de um Syrah diferente porque original, tenso e contido na multiplicidade dos aromas, mas só aparente, porque o volume de boca que leva sem dúvida à nota máxima! Seguramente que a partir de agora é um Syrah a ter em conta na presença das futuras provas cegas a desenvolver pelo Blogue do Syrah!
Valeu a pena esta espera!

 

Classificação: 20/20                                                     Preço: 19,00€

Vicentino Syrah, Vinhas da Costa Atlântica, 100% Syrah, Alentejo, 2016

Hoje em dia, e nos tempos que correm, é muito difícil ser original!
E então na arte, nem se fala. Quer seja numa composição musical, numa pintura, na elaboração de uma poesia, num trabalho de escultura, na literatura em geral e, claro, na produção de um Syrah. Ser original é hoje em dia extraordinariamente difícil!

Mas vai sair brevemente para o mercado um Syrah diferente e original. Um Syrah de um terroir nunca antes usado. Um Syrah que foi produzido na Costa Vicentina!
O Alentejo é a região do país onde se faz mais Syrah. Mas nunca ninguém tinha tido ousadia de produzir um Syrah na costa alentejana. Até hoje!
A presença próxima do Atlântico interfere de um modo pujante na elaboração vinícola e a casta Syrah não é imune a esse facto. Assim sendo temos um monocasta Syrah diferente, que mexe com o palato habitual em relação a um Syrah produzido mais para o interior. A classificação final atribuída pelo Blogue do Syrah não pode deixar de ter este aspecto fundamental em conta!

O ano é 2016, o que torna deste Syrah muito jovem e com um longo trajecto de evolução pela frente. Fizeram-se 8500 garrafas. Tem uma graduação alcoólica de 13,5%.Fez um estágio de 11 meses em barricas usadas de carvalho francês. A idade da vinha é de 10 anos! O enólogo é Bernardo Cabral.

É de elementar justiça falarmos no nome de Bruno Llorente da Wine Concept que distribui entre muitos outros os vinhos Vicentino e que nos alertou para a saída eminente do Vicentino Syrah 2016! Pudemos prová-lo e colocar algumas questões pertinentes que o Bruno reenviou para o enólogo Bernardo Cabral que, apesar dos muitos afazeres, conseguiu arranjar um pouco de tempo e enviou um texto de sua lavra de que vamos reproduzir as partes mais significativas que falam mais alto do que nós conseguiríamos!

Sobre este Syrah e o respectivo terroir diz-nos Bernardo Cabral:O Syrah no terroir do vicentino mostra-se muito diferente dos restantes em Portugal. É muito estimulante sabermos que podemos mostrar aos apreciadores de vinho e aos actuais fãs dos vinhos Vicentino, uma outra faceta da casta, em que a fruta madura dá lugar a frutos mais frescos, o chocolate preto é substituído por grafite e o “Super poderoso” por um vinho muito elegante. É na boca que o vinho atinge o auge, combinando os taninos muito elegantes com boa acidez e, claro… Sempre o final salino. A vinha está situada entre a Zambujeira e Odeceixe, a sul do Cabo sardão, a 1.500 metros do mar (praia da Amália) onde as temperaturas no Verão são baixas e o nevoeiro cobre a vinha todas as manhas. A influencia da baixa temperatura da agua do mar nessa zona e do sal salpicado pelas ondas constantes nessa zona costeira dramática são fundamentais para o estilo de vinhos Vicentino.”

Sobre a história deste projecto, Bernado Cabral esclarece o seguinte: “Vicentino – O projecto O Vicentino começou a ser idealizado há muitos anos pelo Ole Martin, norueguês que investiu à mais de trinta anos na Zambujeira em produção de plantas ornamentais e alguns vegetais (couve chinesa, baby carrots…) O seu gosto pelos vinhos da borgonha vem de há muitos anos e apesar de gostar dos vinhos alentejanos sempre achou que lhes faltava mais frescura. Em 2007 resolveu plantar uma vinha nas suas terras, que estão na pequena faixa de 50 km da região do Alentejo que enfrenta o oceano atlântico, acreditando que poderia ser pioneiro. Em 2014 conhecemo-nos e nesse momento reuniram-se as condições para começar a fazer os vinhos que há tanto o Ole Martin procurava.”

Para acabar a sua missiva, Bernardo Cabral ainda nos presenteou com mais um pequeno texto sobre ele próprio: “A minha historia: Aos 12 anos decidi ser enólogo e eis que sou. Sou persistente ou talvez casmurro… Fazer vinhos todos iguais não é a minha praia. A minha enologia é não impor nenhum estilo a que me possam associar, mas sim deixar as uvas e o terroir se exprimirem ao máximo.” Com este Syrah Vicentino passam a ser três os Syrah pessoais de Bernardo Cabral.

É conhecida a história contada por Ambrose Bierce escritor e jornalista: “Um velho especialista em vinhos, ao ser atropelado por um comboio, teve os lábios humedecidos com vinho para que recobrasse os sentidos. ‘Bordeaux, 1882’ murmurou ele antes de morrer”.
Hoje perante este Syrah Vicentino de 2016, não será difícil fazer boa figura ao tentar nomeá-lo, por exemplo em prova cega. E para isso não será preciso morrer!

 

Classificação: 17/20                                                  Preço: 12,00€

Vidigueira Syrah, Adega Cooperativa da Vidigueira Cuba e Alvito, 100% Syrah, Alentejo, 2015

Foi em Janeiro do ano passado que fizemos uma primeira apreciação deste Syrah do Baixo Alentejo e na altura ficamos muito contentes por surgirem novos Syrah nesta parte do Alentejo. A verdade é que o Syrah da Adega Cooperativa da Vidigueira evoluiu e evoluiu muito bem! É por tal motivo que estamos de novo a falar dele: a avaliação sofreu alteração!

Como foi dito na altura este é um Syrah para uso diário!
De melhor qualidade hoje que ontem e um Syrah a ter presente com regularidade porque a relação qualidade/preço alterou-se para melhor na visão do consumidor! As notas de prova dizem que tem “Cor violácea de grande concentração.Aroma a frutos do bosque com notas de menta, na boca apresenta uma grande complexidade com nuances de chocolate preto e baunilha, final longo, fresco e muito persistente.” Tem 14% de graduação alcoólica e o enólogo de serviço é Luís Leão.

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, C.R.L., constituída por escritura pública em 1960, iniciou a sua actividade em 1963. É o resultado do sonho, esforço e trabalho da maioria dos viticultores das regiões de Vidigueira, Cuba e Alvito, assente na experiência da tradição e no reconhecimento da reinvenção, sustentado por uma qualidade reconhecida e rememorada. Entre os efectivos vitícolas da Adega contam-se as melhores castas autóctones, mantidas por várias gerações, das quais se distingue a casta Antão Vaz, igualmente conhecida como «casta da Vidigueira», produtora de um branco que está na origem do reconhecido Branco do Alentejo.
São várias as castas que contribuem para a especificidade dos vinhos da adega da Vidigueira: Aragonez, Trincadeira, Alfrocheiro, Castelão, Moreto, Alicante Bouschet e agora syrah (castas tintas) e Perrum, Roupeiro, Manteúdo, Arinto e Antão Vaz (castas brancas), no entanto, é esta última que tem conferido à sub-região vitivinícola da Vidigueira um maior reconhecimento. Até recentemente, não foram encontradas vinhas velhas da casta Antão Vaz fora da sub-região da Vidigueira, uma casta autóctone mantida pelos produtores da região e produtora de um vinho único. Não se sabe ao certo a origem do nome da casta Antão Vaz, mas curiosamente era este o nome do avô de Luís Vaz de Camões, poeta que celebrou os descobrimentos e a descoberta de Vasco da Gama.

O escritor Georges Courteline disse, de uma maneira simples e eloquente :
“Mais vale beber demasiado Syrah bom, que pouco e ruim. »
Este Syrah da Vidigueira, ano 2015 faz parte desse lote a partir de agora!

 

Classificação: 17/20                                                         Preço: 8,95€

Homenagem a Hans Christian Andersen, Cortes de Cima, 100% Syrah, Alentejo, 2011

Dois anos e quatro meses após a primeira recensão sobre este fantástico Syrah aqui, voltamos hoje ao seu convívio para darmos conta da sua evolução neste espaço de tempo. E que evolução! Está muito melhor, como pudemos comprovar pela degustação de uma nova garrafa em duas refeições e em dois dias distintos!

Produzido exclusivamente a partir da casta Syrah, como tinha de ser, as uvas foram rigorosamente seleccionadas pelo que estavam num óptimo estado de maturação. Foram fermentadas sem engaço, a temperaturas controladas, com um alargado período de maceração das películas para melhorar o aroma a frutos e conseguir um bom equilíbrio e estrutura de taninos. Envelhecido durante 8 meses em barricas de carvalho francês e americano, maturou assim até ao engarrafamento, em Julho de 2012. A graduação alcoólica é de 14%. As notas de prova que escolhemos falam de “aromas de frutos de bago escuro, groselha, mirtilos e cássis. Elegante no palato, revela fruta distinta e saborosa com madeira de qualidade bem integrada. Equilíbrio notável, boa estrutura de taninos, longo e persistente.” Nós acrescentaríamos a plenitude cultural, união de literatura em forma de subtil néctar com eflúvios de planície alongada sobre o horizonte setentrional. A colheita, produção e engarrafamento é feita na propriedade de Cortes de Cima. A tiragem foi de 12300 garrafas. O Homenagem a Hans Christian Andersen teve até ao momento 7 safras. A de 2003, 2004, 2007, 2008, 2009, 2012 e a presente em análise de 2011. Estas constância de safras são a melhor prova do êxito deste Syrah que foi elaborado para ter uma vida curta, de um só ano comemorativo, mas que está aí para durar, sendo assim uma interminável e merecida homenagem, para nossa grande exultação!

“Dai-me Syrah para apagar as marcas que o tempo faz!” dizia o grande ensaísta, orador e poeta americano Ralph Waldo Emerson, fonte quase inesgotável de sabedoria, ou melhor ainda se o dizer for no idioma original: “Give me Syrah to wash me clean of the weather-stains of cares”.
Mas se o Syrah for esta benfazeja Homenagem a Hans Christian Andersen, as marcas do tempo e da vida irão sendo apagadas muito mais alongadamente!

 

Classificação: 19/20                                                 Preço: 28,50€