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Onde existe o melhor Syrah, em nossa opinião!

Onda Nova, Adega do Cantor, 100% Syrah, Algarve, 2013

Este Syrah Onda Nova 2013, de Albufeira, é o irmão mais recente do Onda Nova que tínhamos apresentado aqui. Tudo mudou neste Syrah da Adega do Cantor. A garrafa, a rotulagem, até a graduação alcoólica. As notas de prova dizem-nos que apresenta “aromas a ameixa e amoras silvestres maduras aliadas a notas subtis de especiarias. Na boca é equilibrado, estrutrado com madeira bem integrada. Termina longo e persistente.” Tem uma graduação alcoólica de 15%.

A Adega do Cantor fica situada na Guia, escassos quilómetros a noroeste de Albufeira, no centro do Algarve. Foi construída para produzir os referidos vinhos, a partir de três Quintas em redor: a Quinta do Moinho, a Quinta do Miradouro e a Quinta Vale do Sobreiro. O objectivo é produzir o melhor vinho que a região oferece, combinando técnicas de produção tradicionais com outras mais modernas e inovadoras.

A Adega localiza-se no topo da Quinta do Miradouro e oferece vistas deslumbrantes sobre as vinhas e o mar. A par da produção de vinho, oferecem visitas guiadas às vinhas e adega, com provas, e a oportunidade de comprar vinho e uma diversidade de produtos de merchandising. O objectivo na Adega do Cantor é produzir vinhos que consigam reflectir o calor, cor e diversidade da região; vinhos que possam acompanhar a fantástica cozinha local. Este vinho é elaborado a partir de uvas colhidas manualmente a partir de blocos seleccionados de vinhas da casta Syrah, como teria de ser, e fermentado em lagares com imersão da manta robotizado. A maturação ocorre numa combinação de barricas de carvalho Francês e cubas de aço inox por um período de 18 meses antes do seu lançamento.

A Adega do Cantor tem capacidade para 200 toneladas e foi construída em colaboração com a Castle Rock Logistics, uma empresa Australiana especializada em projectos e gestão de adegas. O projecto levou 18 meses a ser desenhado em computador e 10 meses a construir. A Adega foi concebida modularmente, de forma a ser facilmente ampliada para albergar 300 toneladas.

O Algarve é uma região excelente para a produção de vinhos frutados. As brisas do mar temperam o abrasador sol algarvio, enquanto os solos calcários limitam a água, criando as condições ideais para a maturação de uvas de alta qualidade para vinho.
A maior parte do trabalho nas vinhas é feito manualmente. A gestão prossegue de uma forma sustentada, com utilização de produtos agrícolas suaves, num programa destinado a prevenir o aparecimento de eventuais doenças nas vinhas, evitando as formas mais agressivas de tratamento. A vindima é feita cuidadosamente à mão. Tudo em conformidade com uma política de produção de vinhos de excelência.

Napoleão dizia que “Claramente os prazeres que o Syrah oferece são transitórios. Mas assim são também os do ballet ou os de uma apresentação musical. Syrah inspira e acrescenta muito ao prazer de viver.”
Vamos lá então beber tranquilamente e em paz, ao sol de Primavera, o Syrah da Adega do Cantor, Sir Harry Rodger Webb, mais conhecido como Cliff Richard, este Onda Nova 2013, que se quer mesmo uma boa onda!

 

Classificação: 16/20                                           Preço: 8,50€


 

Quinta do Barradas, Reserva, 100% Syrah, Algarve, 2014

Hoje temos a honra de apresentar um topo de gama, mais uma vez algarvio, e da zona de Silves!
O Quinta do Barradas, Reserva, Syrah, de 2014, é a primeira colheita… e que colheita!

Fizeram-se cerca de duas mil garrafas. As uvas de que se faz este Syrah eram anteriormente utilizadas para o blend Touriga Nacional e Syrah, que ainda se faz. Esta aposta está ganha porque quem bebe este monocasta Syrah a 100% não se esquece facilmente dele!

O Quinta do Barradas Syrah é uma bebida fermentada a temperaturas controladas por vinte dias, estagiando depois por dezoito meses em barricas de carvalho francês. Na sua cor e aroma predominam as violetas, que se mostram bem integradas com as notas e gomas pretas das especiarias da barrica. Na prova é muito rico, com taninos redondos e de uma enorme elegância. A graduação alcoólica é de 15%. A enóloga é Joana Maçanita, que nós bem conhecemos. Uma pequena nota informativa para destacar a distribuidora algarvia dos vinhos da Quinta do Barradas que é a Saint Graal Vinhos cujo CEO é Luís Bandara!

E agora impõe-se um pouco de história: Luís Pequeno e a sua esposa, a  alemã Andrea, são os proprietários do famoso restaurante “O Barradas”, em Silves, um dos melhores da região. Muitos belgas, em visita ao Algarve, passaram  por lá e designam-no por “Jóia do Algarve”. Em 2006, o Luís decidiu plantar uma vinha com as castas Touriga-Nacional,  Aragonez e Syrah, com  predomínio de ventos do norte, favoráveis a vinhos mais frescos. O solo é franco arenoso, com algum calcário e está a uma cota de sensivelmente 68m. Quatro anos depois, o Luís fez a sua primeira vindima. Finalmente realizava o seu sonho :  servir o seu próprio vinho, no seu próprio restaurante. Uma pequena vinha, com 1.5ha, onde estão plantadas as castas já referidas. Produz-se um branco, um rosé e tintos. O seu primeiro vinho “Selecção Tinto”, foi lançado em setembro 2013. E hoje estamos perante o seu topo de gama, pelo menos, para o Blogue do Syrah!

E há aqui outro nome que tem que ser destacado que é o da Joana Maçanita. Durante este tempo todo em que existe o Blogue do Syrah a Joana, apesar da sua experiência como fazedora de vinhos, era somente a irmã do António. O nome Maçanita tinha um peso enorme no mundo dos Syrah portugueses por causa do Cem Réis, por causa do Brett Edition e por causa do Mil Réis! Agora esse nome ficou mais rico e ampliado! Quando se falar no nome Maçanita teremos sempre que esclarecer se estamos a falar do António ou da Joana. E vai haver mais novidades da parte da Joana, podemos desde já afirmar. Mas isso ficará para outra altura!

O poeta persa dos séculos XI e XII Omar Khayyan no seu poema Rubaiyat diz o seguinte:
“O vinho proporciona aos sábios uma embriaguez semelhante à dos eleitos. Dá-nos a mocidade, restitui-nos o que perdêramos, põe ao nosso alcance tudo o que desejamos. O vinho queima como torrente de fogo, mas, às vezes, tem sobre as nossas mágoas o efeito da água pura e fresca.”
Este é um Syrah que deverá ser bebido sempre que houver essa possibilidade e isto apesar das dificuldades que o enófilo fora do Algarve terá em encontrá-lo! Uma solução será ir ao Restaurante O Barradas, em Silves, comer bem e pedir para acompanhar a refeição com o Reserva Syrah de 2014. Não se vai arrepender!

 

Classificação: 19/20                                           Preço: 25,00€


 

Salira, Adega Cooperativa de Lagoa, 100% Syrah, Algarve, 2005

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O Blogue do Syrah, com a ajuda sempre inestimável da Garrafeira Estado de Alma, lá descobriu um novo Syrah, neste caso do Algarve: Adega Cooperativa de Lagoa, de nome Salira, e do ano de 2005.

Basicamente trata-se de uma curiosidade histórica, visto que está esgotado faz muitos anos, como não é difícil de perceber!

Há uma pequena confidência que é necessário fazer. Durante muitos e muitos anos sempre pensámos que o mundo vitivinícola em Portugal acabava no Alentejo, na fronteira com o Algarve. Para chegar a esta conclusão bastou na altura ter bebido dois ou três vinhos em momentos diferentes, todos eles da Adega Cooperativa de Lagoa, para chegar a esta conclusão tenebrosa: o Algarve não tinha préstimos em termos vitivinícolas. Hoje as coisas são muito diferentes. Há trinta anos, por exemplo, não havia Syrah, e nos outros vinhos fizeram-se mudanças incríveis. Já nem sequer  a Adega Cooperativa de Lagoa existe! A Única, Adega Cooperativa do Algarve, resultou da fusão, em 2008, das Cooperativas de Lagoa e Lagos, visando potenciar o melhor dos vinhos algarvios e manter viva a tradição vinícola da região. Apesar dos seus 64 anos, a Adega Cooperativa do Algarve continua a fazer história.

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O Salira Syrah é, tanto quanto foi possível apurar, a única colheita de monocasta Syrah feita pela Adega. A prova disso é que por exemplo o Salira 2009 é um blend com Aragonez, Crato Preto, Syrah e Touriga Nacional.

Este Syrah tem 13% de graduação alcoólica e percebe-se que o tempo passou por ele com amplitude. Na cor, assim como no nariz e obviamente na boca, percebe-se que tem bem os 11 anos que o rótulo diz ter. Está muito interessante para um Syrah geriátrico. Não sabemos quanto tempo mais demorará a começar uma evolução descendente.

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Por isso é melhor não hesitar. Se este Syrah despertou interesse ao leitor, o Blogue do Syrah dá-lhe uma dica: a garrafeira Estado de Alma tem lá ainda umas três ou quatro garrafas. É de aproveitar!

Platão escreveu, colocando na boca de Sócrates, o seguinte:
“O Syrah molha e tempera os espíritos e acalma as preocupações da mente… Syrah reaviva nossas alegrias e é o óleo para a chama da vida que se apaga… Bebido moderadamente em pequenos goles de cada vez, Syrah beijará os pulmões como o mais doce orvalho da manhã… Syrah não viola a razão, convida-nos gentilmente a uma agradável alegria.”
Aproveitem e façam o dito com este Salira Syrah… enquanto houver!

 

Classificação: 16/20                            Preço: 8,50€


 

Herdade dos Pimenteis, 100% Syrah, Algarve, 2013

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É com desmesurado prazer e costumeira alegria que damos a conhecer um novo Syrah, desta vez do meridional Algarve.
Não se trata de uma nova colheita.
É um Syrah novo de raiz!

A Herdade dos Pimenteis fazia tempo que andava a ameaçar.
A proprietária, Ana Pimentel, tinha no final do ano passado avisado o Blogue do Syrah de que algo iria acontecer do nosso agrado! Até o nosso comparsa Jorge Cipriano, do Clube de Vinhos Portugueses, e que regularmente anda pelo reino dos Algarves em visitas vinícolas, nos avisara: “Preparem-se para o Syrah da Herdade dos Pimenteis!”

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A expectativa era portanto naturalmente alta e por dois motivos bem presentes. Primeiro porque já tínhamos boas memórias sobre a qualidade dos vinhos que se produziam nesta herdade! Segundo, porque os Syrah algarvios, apesar de não existirem em quantidade, sempre deram boa conta de si no conjunto dos Syrah portugueses. É um Syrah que ainda tem muito que evoluir, o que é sempre um dado interessante, porque como se sabe o Syrah evoluiu muito favoravelmente, pelo menos até sete a nove anos.

As notas de prova do produtor e enólogo Paulo Fonseca dizem-nos que tem “um aspecto límpido, com uma cor rubi intensa. O aroma é fino, elegante, sugerindo frutos vermelhos bem maduros e algumas especiarias. Equilibrado de taninos suaves mas estruturados.” Final prolongado, acrescentamos nós, e com o tempo esse alongamento irá sendo mais acentuado. Tem uma graduação alcoólica de 14,5%. Foram feitas cerca de 7000 garrafas!

A Herdade dos Pimenteis é um projecto com mais ou menos uma dúzia de anos, situa-se em Portimão, a 5 km do centro da cidade e ocupa 40 hectares do Morgado da Torre, na Penina. Os solos argilo-calcários têm grande tradição na cultura da vinha que se faz aqui há várias gerações. Os vinhos que produz apresentam-se aos seus consumidores sob o slogan “Após gerações perdidas renascem as vinhas do Algarve!”. É verdade que os vinhos do Algarve durante muito tempo, demasiado tempo diríamos nós, andaram um tanto ou quanto perdidos e a qualidade deixava a desejar. Hoje a realidade é totalmente diferente e em relação aos Syrah, que é o que nos interessa, o consumidor não deve ter qualquer receio no confronto de qualidade entre um Syrah algarvio e o de uma outra qualquer região do país!

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Os hectares de vinha existentes agora encontram-se em produção integrada compondo-se de castas seleccionadas tais como: Aragonês, Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Trincadeira, Tinto Cão e Moscatel Branco e claro Syrah que dão o vinho de excelência que aqui se produz. Os vinhos Herdade dos Pimenteis são o resultado de uma vindima manual. Na adega a fermentação ocorre mediante um controle de temperatura rigoroso, que cria os vinhos finais concebidos actualmente por Paulo Fonseca.

Kimmi Raikonen o homem do desporto automóvel disse:
“Não se deve deitar fora aquilo que foi feito para se beber.”
Eis uma verdade insofismável em relação ao Syrah da Herdade dos Pimenteis.

Aprovado com distinção, vamos por ele, acompanhem-nos!

 

Classificação:17/20                                           Preço: 9,00€


 

Quinta da Tôr, 100% Syrah, Algarve, 2014

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No final do ano passado saiu um Syrah diferente!
E que diferente é este Syrah!
O novo Quinta da Tôr, 100% Syrah, vem com o ano de 2014!
O seu irmão do ano anterior já tinha sido por nós apresentado aqui.

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O Quinta da Tôr 2014 é o mais alcoólico Syrah português e provavelmente o mais alcoólico de todos os Syrah do mundo, daí a diferença! Não temos a certeza deste facto, mas é fácil de entender que será muito difícil lançar para o mercado um Syrah com uma maior graduação alcoólica. São 17%!!

Com veemência afirmamos: este não é um Syrah fácil! É um Syrah que tem que ser consumido com uma moderação redobrada e com cuidados extras. Muito alcoólico e muito doce, como de facto é, pode ser a conjugação explosiva para afastar muitos consumidores de palato menos arrojado. É de facto um Syrah sui generis, onde não há lugar para meias tintas, ou se gosta, como é o nosso caso, ou não! Se a safra anterior já tinha mostrado potencialidades, esta superou as nossas expectativas. Partam em sua demanda, confirmem e comentem de sua justiça.

Este Syrah é da região de Loulé, mais precisamente a 7 kms da capital do concelho.
Quinta de 11 hectares, foi em 2010 adquirida pelo casal Mário e Elsa Santos, que possui igualmente uma empresa de equipamentos hoteleiros – a Turinox.  A quinta já possuía vinha antiga, que foi recuperada. Com os investimentos apropriados em termos de maquinaria os novos proprietários lançaram-se no mercado e produziram até agora duas safras do nosso monocasta favorito.

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Temos de referir uma vez mais que este produtor não possui presença digital, pelo que é difícil adquirir informação sobre o mesmo e seus produtos mas tendo em conta o que está aqui em análise trata-se de uma questão menor!

A nossa convicção exprime-se desta forma: apenas uma taça de Syrah é sempre melhor que a garrafa inteira de uma outra bebida qualquer, vinho incluído.

É o caso!

 

Classificação: 18/20                                           Preço: 8,95€


 

Quinta do Francês, Quinta do Francês Patrick Agostini, Lda, 100% Syrah, Algarve, 2012

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Poderíamos começar esta nossa análise ao Syrah da Quinta do Francês 2012 fazendo uma analogia com a célebre frase de Bertold Brecht que diz: “Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida, e estes são os imprescindíveis.” Com o Syrah poderíamos dizer qualquer coisa parecida, por exemplo: “Há Syrah que se bebe uma vez e sabe bem, há outros que se bebem algumas vezes e são melhores, mas há aquele Syrah que é muito bom e deve ser bebido e lembrado por muito tempo, tornando-se imprescindível”.

Quando no dia 10 de Março do corrente ano demos a novidade do novíssimo Syrah Quinta do Francês 2012 escrevemos o seguinte: “Um Syrah maior que a terra que o viu nascer!” Falávamos da segunda safra deste Syrah de Silves.

Quando foi publicada a análise do seu “irmão” de 2011, a 12 de Maio, que pode ser lida aqui, dissemos no post scriptum que em relação à safra de 2012: “Não o provámos! Ainda não tivemos coragem para isso! No fundo, temos receio de que a nova safra por muito boa que, eventualmente, possa ser, seja inferior à de 2011.“

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Mas agora já o degustamos. Chegou a hora de fazer a respectiva análise.
E as diferenças são as seguintes: em primeiro lugar o ano. O anterior era de 2011 e este é de 2012. A graduação alcoólica é também diferente. O de 2011 tinha 16% e este de 2012 tem “somente” 14,5%. Mas se no texto do Syrah de 2011 dizia-se a dado passo: “Tem uma graduação alcoólica de 16%, mas, não se assustem, nem se nota!” Hoje podemos dizer o mesmo em relação ao Syrah de 2012 mas de modo inverso, ou seja, se em relação ao de 2011 o significado de “…mas, não se assustem, nem se nota!” era de que ao degustá-lo parecia ter menor graduação devido à interpenetração de todos os elementos compostos que constituem o vinho, no Syrah de 2012 também podemos dizer “…mas, não se assustem, nem se nota!”, ou seja, ao degustá-lo não parece ter uma graduação inferior à safra de 2011, o que é extraordinário e a explicação é a mesma que demos anteriormente!

E há uma outra diferença e esta mais importante. Havendo alguém que perguntasse, por hipótese, ao Blogue do Syrah se perante duas garrafas de Syrah do Quinta do Francês, uma de 2011 e a outra de 2012 e se só pudesse escolher uma, qual das duas é que o Blogue do Syrah escolheria, a nossa decisão tombaria para o lado de 2011, porque tem mais 2 anos de evolução em garrafa em relação à actual, que veio para o mercado somente este ano! Mas dêem mais dois anos de evolução em garrafa ao Syrah Quinta do Francês 2012 e verão nessa altura as potencialidades demonstradas!

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Em suma, se é difícil obter a mais alta nota num vinho, ou seja no que for, muito mais difícil é conseguir apesar de tudo e todos, manter esse patamar de excelência, e o Syrah Quinta do Francês consegue-o na totalidade! Continuamos a sustentar tudo o que foi dito no texto sobre a safra de 2011 do Syrah da Quinta do Francês e somos de o reafirmar inequivocamente em relação à safra de 2012.

Experimentem e confirmem que não estamos a exagerar mas, caros leitores do Blogue do Syrah, se chegarem à conclusão que todas as palavras que acabam de ler são a pura das verdades, por favor, sim por favor, não comprem todas as garrafas porque nós aqui no Blogue do Syrah gostaríamos, até à próxima safra, de degustar mais algumas!

Mais uma vez não hesitámos: 20 valores, é assim o estofo dos imprescindíveis!

 

Classificação: 20/20                                                     Preço: 25,00€

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