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Que bem que o nosso Syrah se dá por aqui…

Confraria, Adega Cooperativa do Cadaval, 100% Syrah, Lisboa, 2015

O Syrah Confraria da Adega Cooperativa do Cadaval do ano de 2015 é claramente superior ao seu irmão do ano de 2012, aqui apresentado. Foram feitas cinquenta mil garrafas, algo pouco usual tratando-se de um monocasta. Tem graduação alcoólica de 13,5%, e as notas de prova dizem que possui aromas “onde sobressaem as nuances de frutos vermelhos maduros e a madeira onde envelheceu. Na prova é intenso mas suave, permanecendo de forma alongada na boca.” É um Syrah que se bebe sem grande pretensiosismo, e o preço é muito interessante. Mas não podemos esperar mais do que isso. Não impressiona mesmo. Produzido pela Adega Cooperativa do Cadaval, que fica na região vitivinícola de Lisboa. Ora as adegas cooperativas da região de Lisboa não sabem fazer Syrah de qualidade, é a conclusão que tiramos até agora. Este é mais um a juntar à lista!

A Adega Cooperativa do Cadaval, existente desde 1969, dedica-se à recepção e transformação por vinificação de uvas dos seus associados, criadas nos vinhedos que cobrem as encostas soalheiras da Serra do Montejunto e que, em declive suave, se estendem pelo vale. Comercializa vinhos por grosso e embalado. As marcas já implantadas no mercado são: os regionais AGUIEIRA e CONFRARIA, e os vinhos correntes com a marca DACEPA.

Situada na costa Atlântica de Portugal, e inserida na Região Vitivinícola de Lisboa, esta Adega é uma cooperativa de produtores com 40 anos de história na produção de vinhos. Os associados da Adega no activo ultrapassam o meio milhar e distribuem-se por uma área de influência que vai desde zonas mais próximas do Litoral até às encostas da Serra do Montejunto. O terroir da região e a sua componente Atlântica, aliados aos conceitos aplicados na criação de vinhos, proporcionam condições de excelência para a produção de espumantes e vinhos brancos de qualidade, frescos, intensos e aromáticos.
Saliente-se a natural aptidão da região para a produção de vinhos de teor alcoólico moderado “Vinho Branco Leve” e “Vinho Rosé Leve”, num bom estilo internacional e adequados à actual procura dos mercados, mas de qualidade duvidosa, dizemos nós…
A sua produção é portanto maioritariamente dedicada aos vinhos brancos, numa percentagem de 65%, tendo a produção de tintos, devido à reestruturação da vinha, vindo a aumentar percentualmente para um valor de 27%. Os vinhos rosados, também em crescimento, ainda não ultrapassam os 8%.

A Adega Cooperativa do Cadaval, tem vindo a desenvolver progressivamente a sua implantação no mercado nacional, onde abastece algumas das principais cadeias de supermercados. Os mercados externos são o seu grande objectivo actual, razão pela qual se encontra neste momento a reformular a sua gama de produtos, com a introdução de novas marcas, imagens de rótulos e caixas.

Um ditado popular diz que “O Syrah alegra o coração do homem.” Este Syrah da Adega Cooperativa do Cadaval alegrará q.b. o coração do enófilo!

 

Classificação: 15/20                                                  Preço: 3,80€

S. Sebastião,Quinta de S. Sebastião, 100% Syrah, Lisboa, 2015

A Quinta de S. Sebastião já merecia um Syrah!
Esta primeira colheita do ano de 2015, e apesar da produção relativamente pequena, é de grande qualidade!
As notas de prova dizem-nos que se trata de um “vinho de cor granada escura e nariz com notas de pimenta e groselha preta. Na boca é fresco e estruturado.” A graduação alcoólica é de 14,5%. O enólogo de serviço é Filipe Sevinate Pinto.

O projecto Quinta de S. Sebastião nasce da vontade do seu proprietário, António Parente, em colocar no mapa a região de Arruda dos Vinhos, unindo os seus produtores num projecto único, sob a marca Quinta de S. Sebastião. Esta é uma região que sofria de um fraco reconhecimento dos vinhos ali produzidos. Pretendeu-se com este desafio juntar vinhos e produtores, num projecto estruturante para a região, combatendo esta percepção pela produção de vinhos com qualidade inquestionável, partindo para a conquista de um mercado altamente competitivo em marcas e propostas de valor. O objectivo último é fazer renascer a região da Arruda dos Vinhos!

Diz-se que por debaixo de cada quinta na Arruda dos Vinhos há uma Villa romana. São muitos os testemunhos da presença dos romanos nestas paragens, reflexo da sua paixão pelo néctar dos deuses, não só pela fertilidade que estes terrenos demonstravam, mas também pela sua localização geográfica, que faziam destas terras um dos percursos mais importantes das rotas dos vinhos. Julga-se que para além da abundância nestas paisagens de uma planta, a “arruda” a que eram atribuídas qualidades terapêuticas e até estimulantes, o nome Arruda surge essencialmente das palavra Rota, como sugerem também as palavras Road, Route e do Latim rotare, “rodar”, de rota. Mais tarde, devido à qualidade e fama das vinhas da região, a Vila de Arruda começou chamar-se “dos Vinhos”.

Na Arruda dos Vinhos a riqueza histórica, cultural e gastronómica, sempre bem acompanhada, apaixona qualquer um, mas são as suas paisagens que revelam os segredos naturais desta terra. O verde estende-se em pomares, searas e vinhedos, revelando aqui e ali a brancura dos casais e das mansões das quintas.
Os Vales de diferentes exposições solares e distintos declives de terras férteis, a influência do ar marítimo apaziguado pelas montanhas e a presença de cursos de água, criam um micro-clima equilibrado, perfeito para a produção do que de melhor se faz em Portugal. Formados por calcários, margas, argolas e arenitos, os solos podem considerar-se produtivos, em quase toda a área do conselho Arruda dos Vinhos. A conjugação dos factores climáticos amenos, dos declives soalheiros, da localização geográfica, da proximidade do mar, da protecção da montanha, e claro das pessoas que todos os dias vivem e cuidam das terras e vinhas da Quinta de S. Sebastião, dão corpo ao renascer de vinhos com uma frescura característica e uma identidade muito própria.

O compositor Johan Strauss dizia:
“Uma valsa e um Syrah, sempre pedem bis.”
A primeira garrafa de S. Sebastião já se foi… venha a segunda!

 

Classificação: 17/20                                                      Preço: 6,95€

Lybra Rosé, Quinta do Monte d’Oiro, 100% Syrah, Lisboa, 2016

Há quem goste de um Rosé mesmo que estejamos no Inverno. Gostos não se discutem! Seguindo por este caminho, nós temos a melhor solução!
Para quem gosta de um Rosé fresco, e ao mesmo tempo aprecia Syrah, qual a melhor opção? Segundo o Blogue do Syrah não há muito por onde escolher e a nossa escolha pende para o lado do Lybra Rosé, da Quinta do Monte d’Oiro, feito exclusivamente de Syrah, cuja colheita, de 2016, está aí no mercado para nos saciar e encantar com aquela cor de vinho suave. As notas de prova dizem o seguinte: ”Bonita cor levemente rosada, com aroma discreto mas bem afinado, lembrando frutos do bosque. Mais expressivo de boca, cheio, seco, com muito boa acidez e frescura, leve tanino, perfeito para a mesa.” Este Lybra tão especial nasceu de uma parcela especifica, tratada e conduzida para o produzir em forma de Rosé, através de vindima manual e escolha cuidadosa, seguida de esmagamento com prensagem directa. Tem 12% de graduação alcoólica.

Interessa perceber primeiro, embora de forma breve, como se obtém um Rosé. Inicialmente o processo é igual ao Tinto, desengaçar e esmagar, embora venha um choque térmico a temperatura mais reduzida, facilitando o processo de clarificação, havendo sempre o cuidado de que a pressão utilizada não conduza à extracção de demasiada cor das películas. Em seguida interessa clarificar o mosto, removendo a maior parte dos sólidos em suspensão, sendo a técnica mais utilizada a decantação estática a baixa temperatura durante um a dois dias. A fermentação é por fim um compromisso entre escolher temperaturas mais baixas, havendo lugar a maior frescura no produto final, ou mais altas, perdendo-se os aromas frutados.

O tratamento da vinha, neste Monte D’Oiro, é feito sempre sem recorrer a químicos, optando pela qualidade em vez de quantidade. As podas são severas, no tempo devido, e as mondas igualmente significativas, dando lugar a rendimentos baixos por hectare.
O preço é ainda mais apelativo do que noutros anos, em vários lugares de venda por nós visitados.

Como dizia Victor Hugo, pai dos miseráveis:
“Deus criou a água, mas o homem fez o Syrah!”
E isso inclui o Rosé, acrescentamos nós.
Força!

 

Classificação: 18/20                                                           Preço: 7,90€

ACL, Adega Cooperativa da Labrugeira CRL, 100% Syrah, Lisboa, 2012

Esta é a segunda colheita deste Syrah da Adega Cooperativa da Labrugeira, do ano de 2012.
A anterior colheita do ano de 2009 tinha sido aqui apresentada.
Comparativamente, esta colheita é superior à anterior.
E ainda bem!

Sobre este Syrah citamos as seguintes notas de prova: “Vinho tinto cor granada escura. Possui um aroma varietal muito intenso, macio, com um sabor ligeiro a baunilha. O vinho tem um longo final a frutos silvestres.” As uvas provenientes das encostas calcárias da Serra de Montejunto, são vinificadas no processo clássico com curtimenta. A fermentação alcoólica decorre em cubas de inox, com remontagem automática, com controlo de temperatura entre os 26º C e os 28ºC e são usadas leveduras seleccionadas. Após a fermentação malolática, decorre estágio em madeira. Depois de engarrafado tem um período de estágio de cerca de 3 meses. O enólogo responsável é Vasco Miguel e o enólogo residente Nuno Pimentel.

A Adega Cooperativa da Labrugeira, situada no concelho de Alenquer, é actualmente a única adega cooperativa deste Concelho, representando assim todos os viticultores cooperantes desta área, congregando desde 1973 as produções de mais de 400 sócios-cooperantes, produtores da zona norte do concelho. Com uma forte tradição na produção de vinhos de qualidade, a adega tem vindo a melhorar gradualmente as suas estruturas, sendo neste momento uma das adegas com melhor resposta às exigências enológicas. Em 2010 e 2011 as exportações estão próximas de 50% no total de facturação, salientando-se como relevantes neste contexto, os mercados emergentes da China, Rússia e Brasil e os mercados tradicionais como os EUA, Angola, Alemanha, França, Dinamarca e Suécia.
Trata-se de uma região com forte tradição na produção vitivinícola e boas características de solo e de clima para a produção de vinhos de qualidade. A Adega tem vindo, desde 1992, a melhorar as suas estruturas de produção nomeadamente na vertente da qualidade e infraestruturas, dando resposta às actuais exigências enológicas e dos mercados consumidores. A sua produção média anual de mais de 4 milhões de litros permite-lhe engarrafamentos de escala, com bons binómios preço-qualidade, e tem vindo a alargar a sua oferta, que se estende actualmente a diversos vinhos certificados “DOC Alenquer” e “Regional Lisboa”, tendo como objectivo oferecer ao consumidor o que de melhor se produz na região de Alenquer e levando esses néctares aos quatro cantos do Mundo.

Dizia Shakespeare, o William, que “O bom Syrah é um camarada bondoso e de confiança, quando tomado com sabedoria.”
Este Syrah da Adega Cooperativa da Labrugeira pode muito bem ser este camarada de confiança… e bondoso!

 

Classificação: 16/20                                                        Preço: 4,60€

Velharia Reserva, Adega Cooperativa da Labrugeira CRL, 100% Syrah, Lisboa, 2014

Esta é a quarta colheita deste Syrah da Adega Cooperativa da Labrugeira, do ano de 2014.
A anterior colheita do ano de 2009 tinha sido aqui apresentada.
Comparativamente esta colheita é superior à anterior.
E ainda bem!

A primeira foi a de 2006 e a segunda a de 2008. Tem uma óptima relação qualidade preço e apresenta uma graduação alcoólica de 14%. As notas de prova na ficha técnica falam de um “Syrah tinto cor granada clara, ligeiramente complexo entre fruta e especiarias e com alguma persistência. Acompanha pratos bem confeccionados de carne e peixe, fumados e queijos.” O enólogo responsável é Vasco Miguel, coadjuvado pelo enólogo residente Nuno Pimentel.

A Adega Cooperativa da Labrugeira, situada no concelho de Alenquer, é actualmente a única adega cooperativa deste Concelho, representando assim todos os viticultores cooperantes desta área, congregando desde 1973 as produções de mais de 400 sócios-cooperantes, produtores da zona norte do concelho. Com uma forte tradição na produção de vinhos de qualidade, a adega tem vindo a melhorar gradualmente as suas estruturas, sendo neste momento uma das adegas com melhor resposta às exigências enológicas. A Adega tem vindo, desde 1992, a melhorar as suas estruturas de produção nomeadamente na vertente da qualidade e infraestruturas, dando resposta às actuais exigências enológicas e dos mercados consumidores. A sua produção média anual de mais de 4 milhões de litros permite-lhe engarrafamentos de escala, com bons binómios preço-qualidade, e tem vindo a alargar a sua oferta, que se estende actualmente a diversos vinhos certificados “DOC Alenquer” e “Regional Lisboa”, tendo como objectivo oferecer ao consumidor o que de melhor se produz na região de Alenquer e levando esses néctares aos quatro cantos do Mundo.

O poeta françês Paul Claudel, o grande Claudel, escreveu:
“Existem mais de mil anos de história em uma velha garrafa.”
Apesar do seu nome, não se trata de uma velha garrafa, no entanto a relação qualidade/preço é de realçar, como se fosse uma preciosidade antiga que podemos preservar!

 

Classificação: 16/20                                                          Preço: 3,00€

Reserva, Quinta do Monte d’Oiro, 96% Syrah, 4% Viognier, Lisboa, 2013

Já o dissemos e repetimos:
O Reserva, Quinta do Monte d’Oiro, é a alma do seu mentor!
E o mesmo podemos dizer degustando a colheita de 2013.
Este Reserva existe desde 1997 e que é, para a Quinta, o Syrah que não pode deixar de ser produzido. Tem 4% de Viognier (em co-fermentação) e é o Syrah mais parecido com os Syrah franceses do Vale do Rhône, considerada a referência a nível mundial.
A tiragem corrente tem 14% de graduação alcoólica e produzem-se em média 24 mil garrafas. É o seu Syrah de referência! As notas de prova que escolhemos dizem que possui um “Rubi concentrado, negro. Aroma frutado com predominância para as ameixas pretas bem maduras e frutos do bosque, ligeiras notas tostadas e de especiarias finas. Elegante na boca, revela um conjunto equilibrado entre a fruta e a madeira bem integrada, taninos aveludados, acidez correcta, final muito prolongado e distinto.” Teve um estágio de 18 meses em barricas de carvalho francês, das quais 40% eram novas.

O Blogue do Syrah tem uma afeição especial por um conjunto de quintas e herdades.
A Quinta do Monte d’Oiro é uma delas!
É a quinta que nestes últimos 20 anos mais Syrah fez.
E todos de qualidade!

Como já dissemos, este especificamente de que estamos a falar é o que se parece mais com os Syrah franceses do Vale do Rhône. De Alenquer para o sudeste da França, quase que o podíamos afirmar! “Estes vinhos reflectem completamente a nossa filosofia de produção. Tentamos sempre que exprimam ao máximo o terroir da Quinta do Monte d’Oiro e penso que atingimos, mais uma vez, esse objectivo”, salienta Francisco Bento dos Santos, director geral da empresa.

Na região vitivinícola de Lisboa, não há dúvidas de que José Bento dos Santos foi o introdutor do Syrah. Hoje em dia, apesar da sua presença ainda ser fundamental nas decisões mais importantes, é o seu filho Francisco Bento dos Santos que tem a responsabilidade de liderar a equipa que resolve os problemas do dia a dia que a quinta apresenta, estando presente em muitas das feiras em diversos momentos de divulgação dos vinhos da quinta. É ele que actualmente dá a cara pela quinta.

Localizada na região de Lisboa, a Quinta do Monte d’Oiro é uma referência, desde o séc. XVII, na produção de vinhos notáveis. Foi adquirida em 1986 pelo mestre gastronómico José Bento dos Santos, que replantou as melhores parcelas – após vários anos de estudos sobre as condições edafo-climáticas – com as castas que melhor se adaptaram aos seus desígnios de elaborar vinhos de qualidade superior, ao estilo europeu (“Velho Mundo”), que ao mesmo tempo fossem vinhos de requintado sentido gastronómico, com um perfil eminentemente talhado para acompanhar em perfeita harmonia pratos de uma genuína cozinha regional, clássica ou alta cozinha. Após os primeiros anos de consolidação, a Quinta do Monte d’Oiro entrou numa nova fase da sua história a partir da colheita de 2006, lançando para o mercado uma nova imagem e vinhos provenientes de uma conversão para a agricultura biológica sem recurso a herbicidas. O rigor é o lema da Quinta do Monte d’Oiro, desde o trabalho na vinha, passando pelos processos de vinificação e terminando na escolha das barricas de carvalho francês das melhores tanoarias, a cargo da enóloga Graça Gonçalves com o apoio técnico de Grégory Viennois, antigo enólogo-chefe da Casa M. Chapoutier e actualmente à frente da direcção técnica dos vinhos Laroche. Os prémios nacionais e internacionais sucedem-se.

Dos 42 hectares da propriedade, apenas 20 hectares foram replantados com as castas Syrah, Viognier e Petit Verdot, importadas directamente das suas regiões originais em França, e com as castas portuguesas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Arinto. Existe a preocupação de produzir uvas com rendimentos muito baixos, incrementando a qualidade enológica que se pretende dos vinhos. A partir da colheita de 2006 passaram a existir duas famílias de vinhos: os vinhos de “terroir” e os vinhos de “cépage“, com a assinatura José Bento dos Santos.

Assim, para além de ter sido privilegiado o desenvolvimento vegetativo das videiras, o tratamento da vinha é muito exigente e praticam-se rendimentos de produção por hectare muito baixos através de podas severas e mondas de cachos significativas, sempre em modo de produção biológica. A vindima é feita à mão, como testemunhámos na visita que fizemos à quinta, para caixas de 15 kg, por forma às uvas chegarem intactas à adega. A vinificação, que decorre separadamente por casta e por parcela, é extremamente cuidada, com controlo rigoroso e individual da temperatura dos mostos. Utilizam-se ainda barricas novas e seleccionadas de carvalho francês em estágios prolongados de 12 a 24 meses. Este “savoir faire” garante um resultado que se tem vindo a revelar, ao longo dos anos, superlativo e consistente. De facto, colheita após colheita, os diversos Syrah da Quinta do Monte d’Oiro recebem o apoio unânime da crítica e do público em Portugal e no estrangeiro, estando presentes em importantes mercados internacionais tais como Holanda, França, Suíça, Reino Unido, Finlândia, República Checa, E.U.A., Brasil, Angola e China e nas Cartas de Vinhos de alguns dos mais famosos restaurantes europeus e americanos.

O escritor romano Plínio, o Velho, escreveu:
“No Syrah está a verdade.”
O Reserva da Quinta do Monte d’Oiro encerra na sua essência muitas verdades que vale a pena descobrir, sempre com enorme jucundidade!

 

Classificação: 18/20                                                             Preço: 32,00€