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Coisas de Vinho [tertúlia, o vinho e tudo à volta] Março 30

 

Na próxima 5ª feira em Évora temos mais uma boa conversa à volta do vinho.

Tabernas e Tradições é o tema que Francisco Ramos nos propõe, isto enquanto provamos mais um excelente vinho que um dos bons produtores alentejanos nos vai apresentar.

Sinta-se desde já convidado!


 

Quinta da Alorna, 100% Syrah, Tejo, 2013

Syrah que veio para ficar e há aqueles que tal como vieram partiram. Sem deixar saudades, sem marcar presença, sem dizer ao que vinham e porque se foram embora. Destes últimos há pouco a dizer, porque eles também pouco fizeram para serem recordados! Só que no Blogue do Syrah, e desde a primeira hora, o comprometimento foi, umas vezes mais outras vezes menos… umas vezes melhor outras vezes nem por isso, falar de todos os Syrah que a Terra Lusitana viu nascer! A grande maioria com uma imensa alegria, outros com um certo sabor a desdita.

O Syrah do Tejo, da Quinta da Alorna, faz parte destes últimos. Um Syrah de 2013 que se foi ontem com a mesma velocidade com que apareceu hoje, e assim se foi embora! Nós aqui no Blogue do Syrah faremos o mesmo, ou seja, falaremos o mínimo que tivermos a dizer para o consumidor ter conhecimento e nada mais!

Trata-se de uma produção de apenas duas mil garrafas. As notas de prova dizem-nos que possui “cor rubi com aroma intenso de fruta preta madura com notas de especiarias e chocolate. É equilibrado, redondo e delicado com um final de boca persistente predominando as notas de fruta preta.” Tem uma graduação alcoólica de 13.5%. A enóloga é a Marta Simões.

Na vinificação, colheram-se manualmente as melhores uvas Syrah da Quinta da Alorna. Após maceração pelicular pré-fermentativa a frio de 2 dias, seguiu-se a fermentação alcoólica durante 10 dias com remontagens suaves e uma temperatura controlada de 23°C . O vinho foi micro-oxigenado até à indução da fermentação maloláctica. Por fim, o vinho estagiou em barricas de carvalho Americano de segunda utilização, durante 4 meses. O rótulo diz que este Syrah pertence a uma colecção de monovarietais da Quinta da Alorna e é o resultado da investigação contínua e dedicação da equipa de Viticultura e Enologia. Com esta colecção de estilo contemporâneo pretende-se demonstrar o potencial do terroir, criando vinhos únicos, sedutores e autênticos que expressam o carácter distinto e genuíno de cada casta. Sujeito a depósito. Consumir a 16 – 18ºC. Descubra o sabor das castas do Mundo com este Syrah especiado e delicado, diz-nos o produtor.

O provérbio popular diz que:
“Pão que sobre, carne que baste, Syrah que farte.”
Não será este o caso deste Syrah Quinta da Alorna 2013 que nem tivemos a oportunidade de o provar quanto mais de nos fartarmos!

Classificação: –                                                     Preço: 7,50€


 

Notícia de última hora! Mil Reis versus Cem Reis!

O Blogue do Syrah teve a informação fidedigna de que a Herdade da Maroteira não lançará, como se pensou que poderia acontecer, o Mil Reis Syrah 2015! Esta decisão foi tomada no dia de ontem!

A bandeira da casa é o Cem Reis e a produção este ano do Mil Reis poderia por em causa a qualidade que o mercado pede do Cem Reis. É uma decisão tomada com base na política de preservação de imagem.

Em contrapartida o  Cem Reis Syrah 2015 será lançado no dia 17 de Abril e prevê-se como o melhor de sempre em funcao da decisão de não produzir o Mil Reis. Deverá rondar as 16000 garrafas!
Na altura o Blogue do Syrah falará deste mítico vinho Alentejano, como não podia deixar de ser!


 

Um Syrah castelhano feito por uma vitivinícola portuguesa?

Pois eis que sim:
Amigo, José Maria da Fonseca, 100% Syrah, Castilla la Mancha, 2014

Trata-se não de um Syrah português mas castelhano! E pergunta-se então porquê falar nele?
É que tem uma pequena particularidade. Foi feito pela casa José Maria da Fonseca, e o enólogo é Domingos Soares Franco!

É um Syrah a 100% e ainda por cima orgânico. Parece ter tudo para ser um Syrah a levar em conta… mas não. Apesar de todas estas valências nem no nariz nem na boca convence. Repare-se: temos um Syrah a 100%, feito por uma casa que não brinca em serviço e que possui um enólogo já com provas dadas ao longo de muitos anos e ainda por cima orgânico? O que é que falha neste projecto? Só pode ser uma coisa: o terroir!

Porque é que a José Maria da Fonseca, se queria fazer um Syrah a sério não manteve o Syrah com Touriga Francesa da Colecção Privada do Domingos Soares Franco? Esse sim era um Syrah de qualidade!

Há aqui questões de ordem comercial que nos ultrapassam, mas a verdade, e é isso que interessa, é que este Syrah castelhano está a anos luz do Syrah das terras de Azeitão.
Mas é Syrah, bebe-se, bebeu-se, e isso para nós é sempre motivo de satisfação!

 

Classificação: 14/20                                                     Preço: 5,95€


 

1997-2017 | 20 anos de Syrah em Portugal

“Desde quando existe Syrah em Portugal?”

Esta é uma questão que tem merecido a nossa atenção, ainda antes de termos começado o Blogue do Syrah propriamente dito!
E quando colocamos a questão estamos a falar do produto feito e pronto a beber, monocasta Syrah, portanto!
Porque este tema poderia ser introduzido de outra maneira e aí teria uma resposta diferente: há quanto tempo é que foi plantada a primeira vinha com Syrah em Portugal? Esta segunda questão é ainda mais difícil de desvendar, porque apesar de vinte ou vinte e tal anos de Syrah em Portugal, em termos vitivinícolas ser muito pouco tempo, a verdade é que as respostas são muito complicadas, ou porque as pessoas se foram esquecendo de factos e datas, não valorizando propriamente este tipo de informação, ou porque este tipo de história não dá dinheiro… adiante.

Há sempre alguém que pode perguntar: e o I.V.V? O que é que o Instituto do Vinho e da Vinha tem a dizer sobre isto? A resposta é: provavelmente muito, mas a verdade é que não querem saber nem estão disponíveis para falar de tal coisa! O Blogue do Syrah telefonou para o I.V.V. e estabeleceu contacto com uma engenheira da casa, supostamente com a possibilidade de esclarecer as dúvidas. Foram mantidos contactos por mail, mas a verdade é que as respostas nunca vieram. O I.V.V. como bom organismos estatal que é, só serve mesmo como sorvedouro de dinheiros públicos e pouco mais. E para proibir quando tem de proibir, em ditatorial atitude. O esclarecimento de dúvidas não existe e com isto está tudo dito!

Voltamos à pergunta inicial: “Há quanto tempo que existe Syrah em Portugal?”
Pergunta esta que pode ter duas respostas possíveis. A resposta, por aquilo que já dissemos acima, por aquilo que se ouviu, até por uma resposta plausível mas sem prova concreta, ou então, e porque o Blogue do Syrah não se pode dar ao luxo de perder credibilidade, a resposta oficial com as únicas provas que existem e que o Blogue do Syrah procura desde há vários anos é de que existe Syrah em Portugal há precisamente 20 anos!

Mas um produtor do Alentejo  confidenciou-nos há uns anos que já nos anos 80 utilizava Syrah nos seus vinhos! Provavelmente outros o fariam também. Perante o nosso entusiasmo e a pergunta por uma qualquer prova, como uma garrafa cheia ou vazia, um rótulo, um documento qualquer que servisse de prova a tal afirmação, a resposta foi de que não havia, nem ninguém queria tal coisa, pois a casta Syrah era proibida e não se falava sobre isso, nem os rótulos faziam tal menção.

Também durante vários anos foi enunciado, embora nunca defendido claramente, que a primeira colheita do Syrah da Quinta da Lagoalva de Cima de Alpiarça do Ribatejo, teria sido em 1994. Quando o Blogue do Syrah começou a investigar falando quer com o produtor da quinta, quer com os enólogos, assim como com o delegado comercial, ninguém foi capaz nem de esclarecer, nem de apresentar uma prova inequívoca da existência dessa colheita e no caso afirmativo, esclarecer se se tratava de um monocasta Syrah ou se poderia ser, como chegou a ser aflorado um blend com Syrah.

Apresentando estes factos como esclarecimentos importantes, estamos em condições de aqui apresentar, para que conste para a História do Syrah em Portugal, que o primeiro Syrah português foi lançado em Portugal há precisamente 20 anos! Foi nesse ano de 1997 que saiu não um, mas dois Syrah em Portugal! Um na região vitivinícola de Lisboa, nessa altura designada de Estremadura. E o outro na região do Tejo, nessa altura designada de Ribatejo. Um ano mais tarde sairia o primeiro Syrah do Alentejo, o mítico Incógnito de 1998, que levou a casta Syrah a todo o Alentejo e daí para todo o país!

Eis de seguida os três Syrah pioneiros que foram produzidos em Portugal:

 

Reserva, Quinta do Monte d’Oiro, 96% Syrah, 4% Cinsaut, Lisboa

Falemos então dos Syrah que esta quinta tem produzido desde 1997.Comecemos por dizer que a frase mais apelativa e forte que o Francisco Bento dos Santos utilizou na visita que o Blogue do Syrah fez à Quinta do Monte d’Oiro foi: “Somos especialistas em Syrah” e isso para nós toca-nos de modo muito especial. Apetece responder com uma frase da nossa lavra:
“O Syrah dá-te a possibilidade de perder a inocência, sem perder a virgindade.”
A opção Syrah em toda a sua pujança que levou a esta especialização deve-se à paixão do fundador José Bento dos Santos pelos grande vinhos do Rhône, onde a nossa casta é soberana, igualmente pelas características do “terroir”, que se veio a revelar ideal sendo uma aposta ganha, e depois toda a aprendizagem e experiência que se foi desenvolvendo e acumulando ao longo dos anos.
Temos em primeiro lugar o Reserva, que existe desde 1997, (o Blogue do Syrah teve um exemplar desse ano nas mãos, durante a já referida e memorável visita) que é para a Quinta o Syrah que não pode deixar de ser produzido. Tem uma pequena (menos de 5%) quantidade de Cinsaut que, por esse tempo, estava plantada na Vinha da Nora (já entretanto substituída por Syrah), e é o Syrah mais parecido com os Syrah franceses do Vale do Rhône, considerada a referência a nível mundial. Em 1997 a quinta ainda usava 100% barricas novas, e só quase 10 anos mais tarde começou a reduzir a percentagem de madeira nova nos tintos, para os actuais mais ou menos 40% no Reserva.
Olhar para esta garrafa é sentir o tempo apurado em eflúvios ancestrais!
A tiragem corrente, já com Viognier, tem 14% de graduação alcoólica e produzem-se em média 24 mil garrafas. É o seu Syrah de marca! As notas de prova que escolhemos dizem que é um vinho de “Rubi concentrado, negro. Aroma frutado com predominância para as ameixas pretas bem maduras e frutos do bosque, ligeiras notas tostadas e de especiarias finas. Elegante na boca, revela um conjunto equilibrado entre a fruta e a madeira bem integrada, taninos aveludados, acidez correcta, final muito prolongado e distinto.” Teve um estágio de 18 meses em barricas de carvalho francês, das quais 40% eram novas.

 

Quinta da Lagoalva de Cima, 100% Syrah, Tejo

Apenas feito em anos excepcionais, este vinho de cor granada e aroma intenso tem no nariz segundo os seus produtores “notas de especiarias, fruta preta madura e tabaco. Na boca tem profundidade, taninos elegantes e um final longo.”
Feito pelos enólogos Diogo Campilho e Pedro Pinhão, o Syrah da Quinta da Lagoalva de Cima provém de pequenos talhões cujas uvas seleccionadas são vindimadas à mão para caixas, e chegam à adega ainda durante a manhã. Após 3 dias de maceração pré fermentativa, a fermentação alcoólica ocorre em lagares de inox a 24ºC. As massas são espremidas em prensa hidráulica e a fermentação malo-láctica ocorre em barricas (novas e 1º ano) de carvalho Francês, onde estagia doze a catorze meses.
A primeira safra é de 1997 e as seguintes aconteceram em 2000, 2005, 2008, 2010 e a presente de 2012.
A Quinta estende-se pela margem sul do Tejo, desde perto da vila de Alpiarça até cerca de onze quilómetros da cidade de Santarém.
A Quinta tem uma longa tradição como produtora de vinhos, que remonta a 1888, ano em que esteve presente na Exibição Portuguesa de Indústria. Com uma área de sete mil hectares aproximadamente, as suas principais produções são o vinho, o azeite, a cortiça, a floresta, cereais, vacas e ovelhas, e o cavalo lusitano. A produção anual ronda as duzentas e setenta mil garrafas e os cinquenta hectares de vinhas da Quinta da Lagoalva estão implantados nos melhores “terroirs” do Tejo, e são constituídos pelas castas nacionais e mundiais com as melhores aptidões, enologicamente comprovadas.
Como dizia Roland Betsch, segundo a nossa versão: “No Syrah está verdade, vida e morte. No Syrah está aurora e crepúsculo, juventude e transitoriedade. No Syrah está o movimento pendular do tempo. No Syrah se espelha a vida.”
Este é um Syrah que vale mesmo a pena apreciar intensamente, e ao qual ciclicamente voltamos, porque se trata, à falta de melhor adjectivo, de um Syrah fabuloso!

 

Incógnito, Cortes de Cima, 100% Syrah, Alentejo

Se há um Syrah capaz de atingir o espaço sideral mitológico, esse Syrah só pode ser o Incógnito! Mesmo estando a falar de acontecimentos que ocorreram nos últimos vinte anos, que quando falamos de Syrah em Portugal é tudo muito recente, este Syrah é já um mito vivo!
As notas de prova incluídas na garrafa dizem-nos que possui uma “mistura de frutos selvagens de bago vermelho, tosta de madeira, carne e notas de alcatrão. No paladar é complexo, com um forte paladar de fruta silvestre madura e um equilíbrio cativante. Suave no início, mostrando-se firme ao longo da prova, excelente estrutura de taninos e uma agradável frescura, com boa acidez a contribuir para um longo e persistente final.” Segundo o seu produtor vai manter-se grandioso pelo menos 10 anos. Safras anteriores do Incógnito já mostraram que a longevidade deste néctar está muito acima da média. O estágio foi feito em barricas de carvalho francês. A colheita, produção e engarrafamento é feito na propriedade familiar.
Por isso é que se trata de um vinho histórico, porque foi o primeiro Syrah a ser produzido no Alentejo. Estávamos em 1998, quando a casta ainda não era permitida na região. Daí o nome provocador dado ao vinho, era um Syrah incógnito.
Na época, a casta Syrah não fazia parte das variedades autorizadas na designação Vinho Regional Alentejano (o que só veio a acontecer em 2002), obrigando Jorgensen a comercializar o vinho sem explicitar a casta no rótulo. Contudo, apesar de a casta Syrah não ser identificada, no contra-rótulo era dada uma pista, mais precisamente um acróstico, para quem soubesse ler na vertical e decifrar o enigma:
Select fruit from
Young vines, well
Ripened,
And hand
Harvested.
Literalmente: “frutas seleccionadas de vinhas jovens, bem maduras, e colhidas à mão”. Dessa colheita inicial de ‘Incógnito’, em Cortes de Cima, consta que só há… 4 garrafas! Para reforçar, Jorgensen ainda colocou a frase atribuída ao agora Nobel da Literatura Bob Dylan “To live outside the law, you must be honest”, que em tradução livre significa “Para viver à margem da lei, tem que se ser honesto”. Ou num tom ainda mais ético: “Só se pode viver à margem da lei se formos honestos”.


E pronto, a apresentação está feita, provada e comprovada. Aquilo que ficará para a História foi escrito.
Contamos estar aqui por mais 20 anos, sorvendo os eflúvios do melhor Syrah do Mundo, a fazer mais História com mais Syrah.
Assim o Deus Baco nos ajude!


 

Essência do Vinho, 23-26 Fevereiro, Palácio da Bolsa/Porto

Aqui fica hoje a notícia, em cima da hora, de mais uma festa de Syrah, desta vez em terras setentrionais, o nosso bem amado Porto, em 14ª edição, nesse espaço maravilhoso que é o Palácio da Bolsa.

A grande novidade desta 14ª edição é o “Portugal Wine Connection”. Trata-se de uma sessão exclusiva, que pela primeira vez reunirá importadores e jornalistas estrangeiros credenciados a produtores e enólogos representados no evento. A prova in loco de vinhos e o contacto directo entre agentes económicos, líderes de opinião e importadores, que actuam em 14 mercados externos, tem o duplo objectivo de aumentar a notoriedade dos vinhos portugueses representados no ESSÊNCIA DO VINHO e proporcionar novas oportunidades de negócio.

“Entendemos testar este modelo como forma de dar um retorno suplementar aos produtores de vinho presentes no evento. Além disso será uma oportunidade para que os jornalistas e importadores estrangeiros associem rostos aos vinhos, o que certamente facilitará o esclarecimento de dúvidas e aumentará o impacto do possível ‘feedback’ acerca desses vinhos nos mercados de origem dos jornalistas e importadores. O ´Essência do Vinho – Porto’ já se assumiu como um evento europeu de referência no sector e cada vez mais quer também contribuir para o reforço da notoriedade de Portugal e dos vinhos portugueses”, explica Nuno Pires, director da Essência do Vinho.

Nesse mesmo dia inaugural, mas durante a manhã, será promovida a prova “TOP 10 Vinhos Portugueses”, com a presença de 40 jornalistas, críticos de vinhos e sommeliers de 12 nacionalidades. Cerca de 60 vinhos pré-seleccionados pela revista WINE – A Essência do Vinho, que obtiveram as pontuações mais elevadas pelo painel de provas da publicação durante o último ano, serão sujeitos a uma derradeira avaliação por este júri internacional.

O programa do ESSÊNCIA DO VINHO – PORTO tem dezenas e dezenas de bons pretextos de visita. Em prova livre, mais de 3.000 vinhos de 350 produtores, nacionais e estrangeiros. Em paralelo, um conjunto de 19 provas comentadas por especialistas, três harmonizações enogastronómicas e quatro conversas didácticas sobre vinho.

Vinhos alentejanos de talha e monovarietais do Douro são outros dos destaques da programação da principal experiência do vinho em Portugal. Mas há mais, como combinações entre vinhos e chocolates, uma prova de queijos e vinhos de Minas Gerais, Estado brasileiro com forte influência gastronómica portuguesa, e outra de espumantes e vinhos brasileiros Era dos Ventos, do Rio Grande do Sul, com a presença do produtor.

O programa detalhado, a compra de bilhetes e a aquisição de lugares nas provas comentadas estão disponíveis online, em www.essenciadovinhoporto.com. Até às 15h de dia 22 de Fevereiro a entrada válida para 1 dia de evento tem o valor de 20€ (será de 25€ quando adquirida nos dias e no local do evento). ESSÊNCIA DO VINHO – PORTO realiza-se dia 23 de Fevereiro, das 15h às 20h, dias 24 e 25, das 15h às 21h, e dia 26 de Fevereiro, das 15h às 20h.

O evento é uma organização da EV-Essência do Vinho, em parceria com a Associação Comercial do Porto, com o apoio da Câmara Municipal do Porto.